Quando estava trabalhando no marketing da holding petroquímica, vivenciei muitas situações que me mostraram o quão difícil é conseguir implementar um bom planejamento de marketing quando a empresa não está preparada para isso.
Tínhamos uma política de preços agressiva, por exemplo nos postos de combustíveis, o preço era reajustado diariamente de acordo com a média da concorrência da região. E sempre procurando manter 5 ou 10 centavos abaixo do menor preço ou da média, sendo preferencial o menor preço.
Isso fazia com que fosse necessário vender uma quantidade absurdamente maior de combustível para se obter o mesmo faturamento, o que não significa que isso trará maior lucro. Por vários motivos, um deles é a própria logística necessária para abastecer os postos com combustíveis. É preciso enviar um caminhão à distribuidora, enchê-lo com os combustíveis e levar até o posto para descarregar. Tudo isso tem um custo.
E no final quem é que estava comprando esse combustível? Ninguém sabe até hoje. Mas com política de preço baixo, os clientes atraídos são, na sua grande maioria, pessoas interessadas apenas no preço, não na qualidade. Isso significa que a partir do momento que o posto vizinho baixar um centavo, eles passarão a abastecer lá.
E nós tinhamos uma ferramenta de extremo valor em nossas mãos: controle de qualidade.
"Mas todas as redes tem isso", certo? Sim, corretíssimo. Mas o foco é outro. As outras redes tem postos franqueados, então precisam saber se o franqueado está seguindo as regras corretamente. No nosso caso, todos os postos eram próprios e a estrutura de produção era verticalizada. Nós tínhamos todas as empresas necessárias dentro da holding.
Isso nos possibilitava saber exatamente o que estava sendo vendido. Uma arma que poderia facilmente ser utilizada para determinar uma política de preços mais altos e estáveis, e vender qualidade antes de mais nada.
Poderíamos vender menor, faturar e lucrar mais, mudar o posicionamento de mercado e até fidelizar clientes, coisa que antes parecia impossível.
Bom, e o que podemos aprender com essa história? Algums pontos que podem ser utilizados em qualquer empreendimento.
1) Saiba qual é o posicionamento da sua marca: Não importa o que você faça, sempre existirão concorrentes e aqueles que fazem "algo parecido". Nem todo mundo que oferece o mesmo serviço ou produto é seu concorrente.
2) Adeque seu atendimento, produto ou serviço de acordo com o nicho em que está: Não adianta cobrar caro, alegando que o público local é de alta classe, ou que seu aluguel é alto, mesmo que a sua experiência o valha, se não atender esse público altamente exigente da forma como ele espera ser atendido. Equipe uniformizada (a partir dos chefes! Estes tem que dar o exemplo!), atendimento cortês e padronizado, eficiência e antes de mais nada, bem executado.
3) Fale com seu público: Se você presta algum tipo de serviço, isto é ainda mais importante. Falar com seu público (ou target), não significa só bater papo com ele. Tudo que você apresenta é comunicação. Então desde a fachada, recepção até a decoração interna da loja, devem estar de acordo com a proposta do seu negócio.
4) Comunicação de duas vias: É importante lembrar que uma conversa se faz com dois ou mais interlocutores, logo, dê espaço ao cliente para que ele possa se manifestar, reclamar, sugerir, pedir. Elogios também acontecem, mas é raro.
7.2.11
15.1.11
Durma com esse barulho
A situação financeira do brasileiro melhorou nos últimos anos. Não é um comentário a favor do governo Lula; que descaradamente impune às denúncias de corrupção continua no poder com a agora presidente, Dilma; mas uma constatação infeliz.
Sou contrário à melhoria do padrão de vida do brasileiro? Claro que não, afinal eu sou um deles e quero um pedrão de vida melhor. Trabalho para isso e pago dezenas de impostos em cascata e tributos dos mais diversos, que vão para o bolso de alguém e não retornam em serviços públicos de qualidade, como saúde, segurança e educação.
Este último, aliás, um ítem que anda muito esquecido. É comum ouvir as pessoas dizendo que "para o Brasil melhorar, é preciso investir em educação". O que todos esquecem, e incluem-se aí todos os defensores de uma educação pública de qualidade, é que educação começa em casa.
O ensino público precisa sim, de uma reforma urgente, de professores mais bem preparados e melhor remunerados. Mas isso depende de milhões de outros fatores para acontecer. Enquanto isso, existe um outro lado da educação que está completamente esquecida e, aparentemente, à medida que a situação financeira melhora, esse quadro se torna ainda pior.
Hoje temos uma economia bastante estável. A inflação existe, mas ainda não se descontrolou. Pode vir a acontecer em breve, mas ainda se sustenta em um patamar controlável. Essa estabilidade econômica, aumenta o poder de compra e com a enxurrada de produtos de baixa qualidade e preço no mercado, o poder de compra é ainda maior.
O que isso tem a ver com educação? Simples. Hoje podemos perceber em qualquer lugar, pessoas com um carro em que há um potente sistema de som instalado (o que não significa qualidade de som, apenas potência sonora) e que se julgam no direito de usá-lo a toda potência em qualquer lugar e horário.
Ora, se eu posso comprar e instalar eu posso usar. Sim e não. Aqui vale lembrar o ditado "seu direito termina onde começa o do outro". E isso é a base da educação: respeito.
Respeito às leis.
Respeito aos limites.
Respeito às pessoas.
Reclame com um viznho barulhento e peça para que abaixe o som e ele provavelmente responderá que "eu estou na minha casa e ouvindo o meu som". E ele realmente tem esse direito, o qual defende aos brados inconformados com a petição alheia. O que ele não lembra é que o vizinho tem o direito ao silêncio e a realizar seus afazeres, sejam domésticos, profissionais ou de lazer, sem interferência externa.
As pessoas tem direitos e querem se valer deles, mas se esquecem dos deveres. Querem respeito sem respeitar ninguém.
Isso pode ser notado em qualquer posição social. O som exageradamente alto pode ser notado em Fuscas e Gol dos modelos mais antigos até em Audis e BMWs de último modelo. E essa educação deveria ser dada em casa.
Houve um tempo em que eu via apenas os mais favorecidos tendo atitudes como essa. Era um comportamento de "playboy", "mauricinho", ou qualquer outro adjetivo para os filhos abastados da alta sociedade.
E vi, um sem número de vezes, mães e pais dos mais simples, repreendendo seus filhos quanto à atitude e exigindo deles respeito ao próximo. "Nós somos pobres, mas temos educação!"- disse uma mãe ao filho que fez uma malcriação a uma senhora que passava e o fez pedir desculpas à senhora.
Hoje eu vejo exatamente o oposto. A regra é não respeitar ninguém. Compre um aparelho de som, mesmo que seja chinês e de péssima qualidade, mas que tenha potência suficiente para ser ouvido a 4 casas de distância na sua rua, e ligue na potência máxima.
Vai ao Shopping? Não perca tempo procurando vaga. Pare na vaga dstinada a idosos e a deficientes físicos. Lembrando que a vaga de deficientes não é para quem leva um deficiente no carro, mas aos deficientes que dirigem e portanto não contam com auxílio para descer do carro e se deslocar até o shopping.
Mude de faixa sem usar a seta (ou pisca-pisca), de preferência com o braço para fora e o mais rente possível ao carro que está na faixa de destino, a popular "fechada". Ou então ande na faixa da esquerda, destinada apenas à ultrapassagem, e de preferência em uma velocidade abaixo da máxima permitida. Ao ver pedestres chegando à faixa de pedestres, acelere. Essa também vale para quando você vê um motorista com a seta ligada indicando que vai mudar de faixa. Acelere para que ele não tenha espaço.
Essas são algumas das atitudes que eu só posso classificar como uma estupidez sem tamanho. Para que algo realmente mude, o brasileiro precisa parar de se lembrar apenas dos seus direitos (e nem isso consegue respeitar, já que tenta transformar em direito seu o que é trantorno aos outros) e se lembrar dos seus deveres.
A boa eduação começa em casa. Respeito aos mais velhos, aos professores, às leis, às regras de forma geral, às pessoas. São detalhes que fazem toda a diferença. E quando tiverem a consciência dos seus deveres, e conseguirem cumprir essas regras tão simples, aí sim, terão razão em defender seus direitos.
Sou contrário à melhoria do padrão de vida do brasileiro? Claro que não, afinal eu sou um deles e quero um pedrão de vida melhor. Trabalho para isso e pago dezenas de impostos em cascata e tributos dos mais diversos, que vão para o bolso de alguém e não retornam em serviços públicos de qualidade, como saúde, segurança e educação.
Este último, aliás, um ítem que anda muito esquecido. É comum ouvir as pessoas dizendo que "para o Brasil melhorar, é preciso investir em educação". O que todos esquecem, e incluem-se aí todos os defensores de uma educação pública de qualidade, é que educação começa em casa.
O ensino público precisa sim, de uma reforma urgente, de professores mais bem preparados e melhor remunerados. Mas isso depende de milhões de outros fatores para acontecer. Enquanto isso, existe um outro lado da educação que está completamente esquecida e, aparentemente, à medida que a situação financeira melhora, esse quadro se torna ainda pior.
Hoje temos uma economia bastante estável. A inflação existe, mas ainda não se descontrolou. Pode vir a acontecer em breve, mas ainda se sustenta em um patamar controlável. Essa estabilidade econômica, aumenta o poder de compra e com a enxurrada de produtos de baixa qualidade e preço no mercado, o poder de compra é ainda maior.
O que isso tem a ver com educação? Simples. Hoje podemos perceber em qualquer lugar, pessoas com um carro em que há um potente sistema de som instalado (o que não significa qualidade de som, apenas potência sonora) e que se julgam no direito de usá-lo a toda potência em qualquer lugar e horário.
Ora, se eu posso comprar e instalar eu posso usar. Sim e não. Aqui vale lembrar o ditado "seu direito termina onde começa o do outro". E isso é a base da educação: respeito.
Respeito às leis.
Respeito aos limites.
Respeito às pessoas.
Reclame com um viznho barulhento e peça para que abaixe o som e ele provavelmente responderá que "eu estou na minha casa e ouvindo o meu som". E ele realmente tem esse direito, o qual defende aos brados inconformados com a petição alheia. O que ele não lembra é que o vizinho tem o direito ao silêncio e a realizar seus afazeres, sejam domésticos, profissionais ou de lazer, sem interferência externa.
As pessoas tem direitos e querem se valer deles, mas se esquecem dos deveres. Querem respeito sem respeitar ninguém.
Isso pode ser notado em qualquer posição social. O som exageradamente alto pode ser notado em Fuscas e Gol dos modelos mais antigos até em Audis e BMWs de último modelo. E essa educação deveria ser dada em casa.
Houve um tempo em que eu via apenas os mais favorecidos tendo atitudes como essa. Era um comportamento de "playboy", "mauricinho", ou qualquer outro adjetivo para os filhos abastados da alta sociedade.
E vi, um sem número de vezes, mães e pais dos mais simples, repreendendo seus filhos quanto à atitude e exigindo deles respeito ao próximo. "Nós somos pobres, mas temos educação!"- disse uma mãe ao filho que fez uma malcriação a uma senhora que passava e o fez pedir desculpas à senhora.
Hoje eu vejo exatamente o oposto. A regra é não respeitar ninguém. Compre um aparelho de som, mesmo que seja chinês e de péssima qualidade, mas que tenha potência suficiente para ser ouvido a 4 casas de distância na sua rua, e ligue na potência máxima.
Vai ao Shopping? Não perca tempo procurando vaga. Pare na vaga dstinada a idosos e a deficientes físicos. Lembrando que a vaga de deficientes não é para quem leva um deficiente no carro, mas aos deficientes que dirigem e portanto não contam com auxílio para descer do carro e se deslocar até o shopping.
Mude de faixa sem usar a seta (ou pisca-pisca), de preferência com o braço para fora e o mais rente possível ao carro que está na faixa de destino, a popular "fechada". Ou então ande na faixa da esquerda, destinada apenas à ultrapassagem, e de preferência em uma velocidade abaixo da máxima permitida. Ao ver pedestres chegando à faixa de pedestres, acelere. Essa também vale para quando você vê um motorista com a seta ligada indicando que vai mudar de faixa. Acelere para que ele não tenha espaço.
Essas são algumas das atitudes que eu só posso classificar como uma estupidez sem tamanho. Para que algo realmente mude, o brasileiro precisa parar de se lembrar apenas dos seus direitos (e nem isso consegue respeitar, já que tenta transformar em direito seu o que é trantorno aos outros) e se lembrar dos seus deveres.
A boa eduação começa em casa. Respeito aos mais velhos, aos professores, às leis, às regras de forma geral, às pessoas. São detalhes que fazem toda a diferença. E quando tiverem a consciência dos seus deveres, e conseguirem cumprir essas regras tão simples, aí sim, terão razão em defender seus direitos.
11.10.10
Trabalho de desempregado é arrumar emprego
Ficar desempregado é uma fatalidade que mais ora menos ora, acontece. Ficar desempregrado não é o fim do mundo, embora no momento da demissão possamos nos sentir assim.
O importante é não desanimar e principalmente não ficar esperando que um bom emprego caia do céu. Não há um minuto sequer a perder e eu diria para que saiam do emprego anterior já com currículos na mão e distribuindo nas empresas que fiquem nas proximidades ou mesmo no mesmo prédio. Isso já ajuda a começar uma rede de contatos e a deixar seus contatos atualizados com empresas de interesse.
Fora uma pequena gama de pessoas, que podem se dar ao luxo de escolher a melhor proposta para mudar de emprego, nós reles mortais precisamos ralar muito para encontrar uma vaga que atenda às nossas expectativas. Alguns, devido à necessidade, agarram o que aparece.
Então, qual a melhor forma de encontrar um emprego?
Primeiro, como disse antes, aproveite a proximidade com algumas empresas para deixar seu currículo lá. Se você trabalha em um edifício comercial, provavelmente há várias empresas que podem lhe oferecer uma vaga. Depois faça uso da sua rede de contatos, mesmo que não possam lhe oferecer nada diretamente, poderão te indicar caso fiquem sabendo de uma vaga com o seu perfil. E por fim, faça uso dos sites de cadastramento de currículos.
Estes sites tem uma quantidade enorme de vagas cadastradas o que é muito bom para quem está procurando por uma. Por outro lado, há uma quantidade ainda maior de desesperados como você, procurando por elas.
Fuja sempre daqueles que te ligam ou enviam um e-mail dizendo que há uma vaga como seu perfil, mas que para ter acesso ao restante das informações e participar do processo seletivo, é preciso pagar uma taxa ou parte dos primeiros salários no caso de contratação.
É sempre furada, por melhor que possam parecer os pacotes de "análise de currículo", "coaching para entrevistas e dinâmicas", "indicação personalizada do seu CV às empresas", etc. Não caia nessa.
Picaretas fora, existem dois tipos de serviço: o que cobra do candidato e o que cobra da empresa.
"OPA! Mas esse que cobra do candidato não é um picareta??"; sim e não. Sim, caso a proposta seja como a que descrevi. Uma vaga fabulosa, com um salário dos sonhos e tudo que o separa dele é uma taxa disso e outra daquilo mais uma porcentagem dos 3 primeiros salários.
Mas há serviços idôneos como Catho e Manager, por exemplo. Muitos recorrem a esses dois sites, mas há outras opções. Se você estiver procurando por argos de alta gerência ou diretoria, pode dar uma olhada no www.netco.com.br.
O fato é que, como os sites cobram dos candidatos, as empresas estão sempre consultando esses sites para filtrar CV´s e isso gera ao menos uma entrevista.
Há sites que cobram das empresas, que pagam uma mensalidade para cadastrar lá suas vagas e assim ter acesso aos CV´s dos candidatos, para os quais é gratuito o acesso. A Vagas.com.br é assim. Costuma ter vagas melhores, já que as empresas estão pagando e portanto serão mais exigentes. Mas no geral tanto a Catho e Manager, como a Curriculum.com e a Vagas.com tem muitas vagas interessantes.
No Currículum.com há ainda um serviço pago de posicionamento de CV. Isso siginifica que quando uma empresa faz uma busca pelo seu perfil, o seu CV aparecerá entre os primeiros da lista. Teoricamente, aumentando as chances de uma entrevista.
Eu costumo fazer testes de 30 dias com cada sistema. No caso da Curriculum.com o pacote básico do reposicionamento não surtiu efeito algum para mim. O site da Vagas.com é o que tem retornado melhor resultado até agora.
Fiz os 7 dias gratuitos da Manager e nada. Terminando os 30 dias da Curriculum, devo escolher Catho ou Manager para fazer um teste de mais 30 dias.
Considero que 30 é um prazo exequível para testar os serviços. Se funcionam faço uma assinatura anual, se não funcionam, perco pouco tempo e dinheiro.
Outra coisa importante a se fazer nesse período é ter alguma atividade que possa garantir alguma renda, proprocione uma ocupação para que a sua mente esteja sempre alinhada com os temas atuais, e que lhe dê um respiro. Dessa forma, é mais difícil cair em depressão e até mesmo na entrevista você estará mais seguro de si.
O importante é não desanimar e principalmente não ficar esperando que um bom emprego caia do céu. Não há um minuto sequer a perder e eu diria para que saiam do emprego anterior já com currículos na mão e distribuindo nas empresas que fiquem nas proximidades ou mesmo no mesmo prédio. Isso já ajuda a começar uma rede de contatos e a deixar seus contatos atualizados com empresas de interesse.
Fora uma pequena gama de pessoas, que podem se dar ao luxo de escolher a melhor proposta para mudar de emprego, nós reles mortais precisamos ralar muito para encontrar uma vaga que atenda às nossas expectativas. Alguns, devido à necessidade, agarram o que aparece.
Então, qual a melhor forma de encontrar um emprego?
Primeiro, como disse antes, aproveite a proximidade com algumas empresas para deixar seu currículo lá. Se você trabalha em um edifício comercial, provavelmente há várias empresas que podem lhe oferecer uma vaga. Depois faça uso da sua rede de contatos, mesmo que não possam lhe oferecer nada diretamente, poderão te indicar caso fiquem sabendo de uma vaga com o seu perfil. E por fim, faça uso dos sites de cadastramento de currículos.
Estes sites tem uma quantidade enorme de vagas cadastradas o que é muito bom para quem está procurando por uma. Por outro lado, há uma quantidade ainda maior de desesperados como você, procurando por elas.
Fuja sempre daqueles que te ligam ou enviam um e-mail dizendo que há uma vaga como seu perfil, mas que para ter acesso ao restante das informações e participar do processo seletivo, é preciso pagar uma taxa ou parte dos primeiros salários no caso de contratação.
É sempre furada, por melhor que possam parecer os pacotes de "análise de currículo", "coaching para entrevistas e dinâmicas", "indicação personalizada do seu CV às empresas", etc. Não caia nessa.
Picaretas fora, existem dois tipos de serviço: o que cobra do candidato e o que cobra da empresa.
"OPA! Mas esse que cobra do candidato não é um picareta??"; sim e não. Sim, caso a proposta seja como a que descrevi. Uma vaga fabulosa, com um salário dos sonhos e tudo que o separa dele é uma taxa disso e outra daquilo mais uma porcentagem dos 3 primeiros salários.
Mas há serviços idôneos como Catho e Manager, por exemplo. Muitos recorrem a esses dois sites, mas há outras opções. Se você estiver procurando por argos de alta gerência ou diretoria, pode dar uma olhada no www.netco.com.br.
O fato é que, como os sites cobram dos candidatos, as empresas estão sempre consultando esses sites para filtrar CV´s e isso gera ao menos uma entrevista.
Há sites que cobram das empresas, que pagam uma mensalidade para cadastrar lá suas vagas e assim ter acesso aos CV´s dos candidatos, para os quais é gratuito o acesso. A Vagas.com.br é assim. Costuma ter vagas melhores, já que as empresas estão pagando e portanto serão mais exigentes. Mas no geral tanto a Catho e Manager, como a Curriculum.com e a Vagas.com tem muitas vagas interessantes.
No Currículum.com há ainda um serviço pago de posicionamento de CV. Isso siginifica que quando uma empresa faz uma busca pelo seu perfil, o seu CV aparecerá entre os primeiros da lista. Teoricamente, aumentando as chances de uma entrevista.
Eu costumo fazer testes de 30 dias com cada sistema. No caso da Curriculum.com o pacote básico do reposicionamento não surtiu efeito algum para mim. O site da Vagas.com é o que tem retornado melhor resultado até agora.
Fiz os 7 dias gratuitos da Manager e nada. Terminando os 30 dias da Curriculum, devo escolher Catho ou Manager para fazer um teste de mais 30 dias.
Considero que 30 é um prazo exequível para testar os serviços. Se funcionam faço uma assinatura anual, se não funcionam, perco pouco tempo e dinheiro.
Outra coisa importante a se fazer nesse período é ter alguma atividade que possa garantir alguma renda, proprocione uma ocupação para que a sua mente esteja sempre alinhada com os temas atuais, e que lhe dê um respiro. Dessa forma, é mais difícil cair em depressão e até mesmo na entrevista você estará mais seguro de si.
29.9.10
Fotos e afins
Eu sempre gostei de fotografia e durante a faculdade tive a oportunidade de me aprimorar um pouco mais no assunto. Isso porque 3 dos cinco integrantes do meu grupo eram fanáticos por fotografia e ainda havia um quarto integrante que gostava mas que não praticava muito.
Eu mesmo não conseguia fotografar tanto quanto queria porque tinha que comprar o filme (tinha um tipo específico para cada ocasião), depois revelar e ampliar as fotos. E aí ver se alguma ficou boa.
Não consegui acompanhar a evolução do equipamento fotográfico, devido a questões meramente financeiras, mas procurei ler o que pude e fotografar o quanto foi possível. até que a minha máquina, que foi do meu pai, resolveu encrencar e 90% das fotos que fiz em um evento simplesmente não saíram. Não foi erro de ajuste da máquina, algumas vezes a cortina simplesmente não abriu. Ou não fechou.
Ganhei uma Cybershot e passei a fotografar com ela. O que tirou a maior parte da graça, porque nela tudo é automático, não faço nada a não ser apontar e apertar um botão.
Mas finalmente consegui uma 30D da Canon. Usada, de um amigo que é fotógrafo profissional (podem ver o trabalho dele aqui www.vernaglia.com.br) e está trocando o equipamento.
A primeira coisa que fiz foi ler o manual, fiz algumas fotos em casa para testar e tudo parecia o mesmo. Com exceção de alguns controles que ficavam no corpo da lente e agora são ajustados no corpo da máquina.
Grande engano. Fui à Adventure Sports Fair e me vi, várias vezes, recorrendo ao modo totalmente automático para garantir o registro da cena.
Muita coisa mudou nesse tempo em que fiquei acomodado com a Cybershot. Agora temos muito mais funções ao nosso dispor e sempre existe uma adequada à situação onde você se encontra. Algumas contas que eu fazia de cabeça para obter os valores de velocidade de abertura ou abertura do diafragma, já não servem mais, tenho que me adaptar.
Para quem começa agora, algumas regras (a maior parte delas na verdade) ainda valem. Visitar foruns de fotografia e fazer alguns cursos sempre é válido. No ramo publicitário, muitas vezes eu me vi em situações que a minha capacidade de produzir fotos (mesmo que fossem com uma cybershot) me salvaram o dia.
A melhor solução, claro, é contratar um fotógrafo experiente. Mas como você vai coordenar o trabalho dele se não tiver ao menos uma noção do que está sendo feito?
Aproveitem uma visita ao Jardim Botânico, ao Parque do Ibirapuera ou mesmo na sua vizinhança para fazer algumas fotos. Procurem ângulos diferentes. Exercitem o olho. Isso ajuda muito quando você quer ser diretor de arte.
Eu mesmo não conseguia fotografar tanto quanto queria porque tinha que comprar o filme (tinha um tipo específico para cada ocasião), depois revelar e ampliar as fotos. E aí ver se alguma ficou boa.
Não consegui acompanhar a evolução do equipamento fotográfico, devido a questões meramente financeiras, mas procurei ler o que pude e fotografar o quanto foi possível. até que a minha máquina, que foi do meu pai, resolveu encrencar e 90% das fotos que fiz em um evento simplesmente não saíram. Não foi erro de ajuste da máquina, algumas vezes a cortina simplesmente não abriu. Ou não fechou.
Ganhei uma Cybershot e passei a fotografar com ela. O que tirou a maior parte da graça, porque nela tudo é automático, não faço nada a não ser apontar e apertar um botão.
Mas finalmente consegui uma 30D da Canon. Usada, de um amigo que é fotógrafo profissional (podem ver o trabalho dele aqui www.vernaglia.com.br) e está trocando o equipamento.
A primeira coisa que fiz foi ler o manual, fiz algumas fotos em casa para testar e tudo parecia o mesmo. Com exceção de alguns controles que ficavam no corpo da lente e agora são ajustados no corpo da máquina.
Grande engano. Fui à Adventure Sports Fair e me vi, várias vezes, recorrendo ao modo totalmente automático para garantir o registro da cena.
Muita coisa mudou nesse tempo em que fiquei acomodado com a Cybershot. Agora temos muito mais funções ao nosso dispor e sempre existe uma adequada à situação onde você se encontra. Algumas contas que eu fazia de cabeça para obter os valores de velocidade de abertura ou abertura do diafragma, já não servem mais, tenho que me adaptar.
Para quem começa agora, algumas regras (a maior parte delas na verdade) ainda valem. Visitar foruns de fotografia e fazer alguns cursos sempre é válido. No ramo publicitário, muitas vezes eu me vi em situações que a minha capacidade de produzir fotos (mesmo que fossem com uma cybershot) me salvaram o dia.
A melhor solução, claro, é contratar um fotógrafo experiente. Mas como você vai coordenar o trabalho dele se não tiver ao menos uma noção do que está sendo feito?
Aproveitem uma visita ao Jardim Botânico, ao Parque do Ibirapuera ou mesmo na sua vizinhança para fazer algumas fotos. Procurem ângulos diferentes. Exercitem o olho. Isso ajuda muito quando você quer ser diretor de arte.
Marcadores:
Artigos
13.9.10
Referência bibliográfica
Às vezes eu fico espantando quando vejo que li poucos livros no meu curso de graduação. Temos sempre aqueles livros obrigatórios, Kotler e cia, alguns de arte outros de assuntos variados. Mas nunca os li com muito interesse.
O que foi uma pena porque o conteúdo deles é muito rico. Claro que isso é a minha visão atual, depois de 10 anos de prática e leituras diversas (sempre li muito em sites e blogs), porque na época da faculdade não entendia muito bem a aplicação prática de algumas teorias.
Hoje já consigo entender melhor o conteúdo dos livros do Kotler, Chiavenato, Peters, e outros tantos que fazem do marketing seu meio de vida. Para direção de arte, li alguns sobre direção de arte mas nunca achei nenhum que fosse uma bíblia. Sempre gostei mais de ver o que faziam lá fora, ver alguns livros de arte e coletâneas de artes gráficas.
Mas o meu foco atual é marketing, fiz uma pós em gerenciamento de marketing empresarial, com especializalção em CRM, outro tema que me atrai muito. E como atualmente estou prestando consultoria, livros sobre outros assuntos correlatos são interessantes.
Faz algum tempo que comprei (mais precisamente em 17/04/2010)e devorei um livro chamado "O Livro Negro do Empreendedor" - Fernando Trias de Bes (Editora Best Seller). Ia comentar o livro aqui logo em seguida, mas fiquei tão embasbacado com o conteúdo que acabei esquecendo.
Nesse livro o autor elenca vários fatores que levam os empreendedores ao insucesso. Ele divide o livro em 14 assaltos, tal qual numa luta de boxe (a analogia é esta mesmo) e demonstra que muitas das situações, que julgamos imutáveis, são na verdade escolhas que devem ser muito bem pensadas.
Esse é um livro que eu encontrei sem querer, fuçando na Saraiva enquanto as minhas filhas procuravam coisas de seu interesse. É rápido de ler e baratinho.
Indico a todos os que pretendem abrir um negócio, trabalhar com consultoria para pequenas e médias empresas, ou mesmo que já trabalhem em uma empresa de qualquer porte, pois ajuda a entender algumas coisas que acontecem no "andar de cima". Ao menos, dá uma ideia!
O que foi uma pena porque o conteúdo deles é muito rico. Claro que isso é a minha visão atual, depois de 10 anos de prática e leituras diversas (sempre li muito em sites e blogs), porque na época da faculdade não entendia muito bem a aplicação prática de algumas teorias.
Hoje já consigo entender melhor o conteúdo dos livros do Kotler, Chiavenato, Peters, e outros tantos que fazem do marketing seu meio de vida. Para direção de arte, li alguns sobre direção de arte mas nunca achei nenhum que fosse uma bíblia. Sempre gostei mais de ver o que faziam lá fora, ver alguns livros de arte e coletâneas de artes gráficas.
Mas o meu foco atual é marketing, fiz uma pós em gerenciamento de marketing empresarial, com especializalção em CRM, outro tema que me atrai muito. E como atualmente estou prestando consultoria, livros sobre outros assuntos correlatos são interessantes.
Faz algum tempo que comprei (mais precisamente em 17/04/2010)e devorei um livro chamado "O Livro Negro do Empreendedor" - Fernando Trias de Bes (Editora Best Seller). Ia comentar o livro aqui logo em seguida, mas fiquei tão embasbacado com o conteúdo que acabei esquecendo.
Nesse livro o autor elenca vários fatores que levam os empreendedores ao insucesso. Ele divide o livro em 14 assaltos, tal qual numa luta de boxe (a analogia é esta mesmo) e demonstra que muitas das situações, que julgamos imutáveis, são na verdade escolhas que devem ser muito bem pensadas.
Esse é um livro que eu encontrei sem querer, fuçando na Saraiva enquanto as minhas filhas procuravam coisas de seu interesse. É rápido de ler e baratinho.
Indico a todos os que pretendem abrir um negócio, trabalhar com consultoria para pequenas e médias empresas, ou mesmo que já trabalhem em uma empresa de qualquer porte, pois ajuda a entender algumas coisas que acontecem no "andar de cima". Ao menos, dá uma ideia!
Marcadores:
Artigos
2.7.10
Revendo conceitos
Eu sou muito puritano para algumas coisas. Especialmente quando se trata de algum procedimento de trabalho. Por exemplo, para fazer uma foto hoje é só montar tudo em qualquer canto, pegar uma máquina digital e fotografar. Se ficar bom você saberá na hora, pelo visor da própria máquina. Se ficar ruim, já começa a mudar tudo, ou se estiver "mais ou menos" nada que umas horinhas de photoshop não resolvam.
E isso sem contar que hoje as máquinas se regulam sozinhas (não que isso seja uma coisa boa. Elas também erram!), mas antigamente era preciso fazer algumas contas de cabeça para que a foto saísse como o planejado. E o resultado só aparecia algumas dias depois, quando o filme era revelado e ampliado.
A automatização de alguns processos traz uma grande economia de tempo. Um bom fotógrafo com um bom equipamento digital, faz em algumas horas o que antes levaria dias. Especialmente porque ele já sabe como fazer tudo manualmente e por isso pode corrigir qualquer leitura errada feita pela câmera.
Eu não sou fotógrafo (ao menos não profissional), mas consigo fazer algumas fotos razoáveis. E sempre que precisei tratar as imagens no photoshop (sempre tem algo que precisa ser feito. Pelo menos uma correção de cor) procurei fazer tudo manualmente.
Então não fazia muita diferença se eu usava a versão 6 ou a CS3 do Photoshop. Fora uma ou outra ferramenta que só aparecem nas versões mais novas, eu sempre usei os mesmos recursos básicos. Especialmente porque nas tentativas de utilizar alguns filtros o resultado não foi tão bom quanto o que eu obtive manualmente.
E recentemente um amigo, que por acaso é fotógrafo profissional e meu sócio, comentou que utilizava um filtro do photoshop para fazer fotos panorâmicas. Na hora eu disse que manualmente se poderia obter melhores resultados.
Então ele me mostrou algumas fotos. Estavam perfeitas. Eu não conseguia ver as emendas e nem aqueles pedaços de objetos ou pessoas que "sobram" em algum cantinho porque a perspectiva de uma foto é diferente da outra.
Fiquei intrigado e resolvi tentar. Pegeui meu super equipamento fotográfico, uma Cybershot de 5 MP, subi no telhado e fiz algumas fotos do por do sol. Bom, eu fiz váras sequências e essa que escolhi já era praticamente noite, mas vale a intenção.
Decidi fazer um comparativo entre as duas formas. Então descarreguei as fotos no meu computador e a única alteração que fiz foi girar as imagens em 90º. Para pegar mais área do céu, eu fotografei com a máquina de lado e fiz sequências de mais de 10 fotos.
A Cybershot não foi feita para isso. Ela só tem regulagens automáticas então a cada foto ela calculava tudo de novo. E cada vez a foto saía de um jeito. Mais clara, mais escura, com pontos de foco diferentes (o foco não muda muito porque eu estava fotografando o horizonte, mas se fosse algo mais próximo poderia inviabilizar a montagem).
Abri o Photoshop e procurei o tal filtro.

Clicando em Photomerge, abre-se uma janela com algumas opções.

Eu não testei todas. Para esta comparação usei a primeira opção. Você pode escolher selecionar arquivos (Files) ou uma pasta (folder) caso a sequência de imagem esteja separada em uma pasta.
Esta é a minha sequência que usei no teste.

E este foi o resultado do Photomerge.

Observem que ele alinha as imagens e cria máscaras das partes que ele está usando. Flatenei tudo e fiz um crop procurando preservar o máximo de imagem possível.

Abri um novo arquivo e comecei a montar a panorâmica manualmente. Primeiro tive que jogar todas as imagens para os layers e alinhei de forma grosseira apenas para referência. já dá para ver a diferença de cor e exposição entre elas.

E então fui ajustando cada uma para deixá-las alinhadas. Não distorci nenhuma imagem, apenas baixei a opacidade de uma e alinhei de acordo com a margem de sobreposição.

Aí começa o trabalho de uniformizar as cores e exposição. Eu deixo apenas algumas imagem para ter uma referência melhor da cor. Observem que eu já coloquei alumas máscaras simples no cantinho de cada imagem para ficar uma transição mais suave.
Também dá para ver a diferença entre a foto que está por cima e a que está no canto direito.

Depois fiz alguns ajustes nas máscaras porque ficavam linhas verticais evidentes demais. Usei o aerógrafo e fui deixando as margens com curvas para disfarçar melhor as emendas.

Fiz o crop preservando o máximo possível de imagem e os resultados são esses:
Photomerge

Minha tentativa

De cara já podemos avaliar algumas coisas. O Photomerge fez uma composição mais coerente. Não dá para ver nenhuma faixa de cor diferente. Os prédios também foram preservados e não estão distorcidos.
Em um detalhe podemos ver com mais clareza:
Photomerge:

Meu:

Dá para ver que as perspectivas estão parecidas, mas as cores estão diferentes. O Photomerge puxou a cor para um tom mais avermelhado, enquanto eu preferi deixar o céu mais azul e mostrar que ainda havia um solzinho escondido lá fundo.
Mas na minha montagem ainda dá para ver algumas linhas verticais, porque não consegui deixar tudo exatamente no mesmo tom. Ou acertava a parte azul, ou acertava a parte avermelhada da foto. Mesmo retocando as máscaras,ainda seria preciso mais algumas horas de trabalho para deixar tudo uniforme.
O tamanho ficou bem parecido. Fiz uma sobreposição para facilitar a visualização:

A minha montagem ganhou uma pequena margem em comparação à feita pelo Photomerge. Na imagem a margem branca é a sobra que eu tive sobrepondo a imagem do Photomerge sobre a minha.
No final, posso dizer que o resultado pode ser melhorado se feito manualmente, afinal, se você tem uma semana para trabalhar nessa imagem pode ficar corrigindo foto a foto e fazendo as máscaras selecionando o que há de melhor em cada foto. A cor também é um bom referencial, porque você tem mais controle se fizer tudo manualmente. Se a máquina for uma DSLR não acontecerá essa discrepância de cores entre as fotos, porque você regula a máquina de acordo com o motivo principal.
Há um pequeno ganho de imagem se feito manualmente, mas eu diria que é desprezível porque não acrescentou nada à imagem final.
O maior ponto de destaque é o tempo. Foram cerca de 5 minutos para o Photomerge e 2:30h para mim. E eu não cheguei ao melhor resultado.
E isso sem contar que hoje as máquinas se regulam sozinhas (não que isso seja uma coisa boa. Elas também erram!), mas antigamente era preciso fazer algumas contas de cabeça para que a foto saísse como o planejado. E o resultado só aparecia algumas dias depois, quando o filme era revelado e ampliado.
A automatização de alguns processos traz uma grande economia de tempo. Um bom fotógrafo com um bom equipamento digital, faz em algumas horas o que antes levaria dias. Especialmente porque ele já sabe como fazer tudo manualmente e por isso pode corrigir qualquer leitura errada feita pela câmera.
Eu não sou fotógrafo (ao menos não profissional), mas consigo fazer algumas fotos razoáveis. E sempre que precisei tratar as imagens no photoshop (sempre tem algo que precisa ser feito. Pelo menos uma correção de cor) procurei fazer tudo manualmente.
Então não fazia muita diferença se eu usava a versão 6 ou a CS3 do Photoshop. Fora uma ou outra ferramenta que só aparecem nas versões mais novas, eu sempre usei os mesmos recursos básicos. Especialmente porque nas tentativas de utilizar alguns filtros o resultado não foi tão bom quanto o que eu obtive manualmente.
E recentemente um amigo, que por acaso é fotógrafo profissional e meu sócio, comentou que utilizava um filtro do photoshop para fazer fotos panorâmicas. Na hora eu disse que manualmente se poderia obter melhores resultados.
Então ele me mostrou algumas fotos. Estavam perfeitas. Eu não conseguia ver as emendas e nem aqueles pedaços de objetos ou pessoas que "sobram" em algum cantinho porque a perspectiva de uma foto é diferente da outra.
Fiquei intrigado e resolvi tentar. Pegeui meu super equipamento fotográfico, uma Cybershot de 5 MP, subi no telhado e fiz algumas fotos do por do sol. Bom, eu fiz váras sequências e essa que escolhi já era praticamente noite, mas vale a intenção.
Decidi fazer um comparativo entre as duas formas. Então descarreguei as fotos no meu computador e a única alteração que fiz foi girar as imagens em 90º. Para pegar mais área do céu, eu fotografei com a máquina de lado e fiz sequências de mais de 10 fotos.
A Cybershot não foi feita para isso. Ela só tem regulagens automáticas então a cada foto ela calculava tudo de novo. E cada vez a foto saía de um jeito. Mais clara, mais escura, com pontos de foco diferentes (o foco não muda muito porque eu estava fotografando o horizonte, mas se fosse algo mais próximo poderia inviabilizar a montagem).
Abri o Photoshop e procurei o tal filtro.

Clicando em Photomerge, abre-se uma janela com algumas opções.

Eu não testei todas. Para esta comparação usei a primeira opção. Você pode escolher selecionar arquivos (Files) ou uma pasta (folder) caso a sequência de imagem esteja separada em uma pasta.
Esta é a minha sequência que usei no teste.

E este foi o resultado do Photomerge.

Observem que ele alinha as imagens e cria máscaras das partes que ele está usando. Flatenei tudo e fiz um crop procurando preservar o máximo de imagem possível.

Abri um novo arquivo e comecei a montar a panorâmica manualmente. Primeiro tive que jogar todas as imagens para os layers e alinhei de forma grosseira apenas para referência. já dá para ver a diferença de cor e exposição entre elas.

E então fui ajustando cada uma para deixá-las alinhadas. Não distorci nenhuma imagem, apenas baixei a opacidade de uma e alinhei de acordo com a margem de sobreposição.

Aí começa o trabalho de uniformizar as cores e exposição. Eu deixo apenas algumas imagem para ter uma referência melhor da cor. Observem que eu já coloquei alumas máscaras simples no cantinho de cada imagem para ficar uma transição mais suave.
Também dá para ver a diferença entre a foto que está por cima e a que está no canto direito.

Depois fiz alguns ajustes nas máscaras porque ficavam linhas verticais evidentes demais. Usei o aerógrafo e fui deixando as margens com curvas para disfarçar melhor as emendas.

Fiz o crop preservando o máximo possível de imagem e os resultados são esses:
Photomerge

Minha tentativa

De cara já podemos avaliar algumas coisas. O Photomerge fez uma composição mais coerente. Não dá para ver nenhuma faixa de cor diferente. Os prédios também foram preservados e não estão distorcidos.
Em um detalhe podemos ver com mais clareza:
Photomerge:

Meu:

Dá para ver que as perspectivas estão parecidas, mas as cores estão diferentes. O Photomerge puxou a cor para um tom mais avermelhado, enquanto eu preferi deixar o céu mais azul e mostrar que ainda havia um solzinho escondido lá fundo.
Mas na minha montagem ainda dá para ver algumas linhas verticais, porque não consegui deixar tudo exatamente no mesmo tom. Ou acertava a parte azul, ou acertava a parte avermelhada da foto. Mesmo retocando as máscaras,ainda seria preciso mais algumas horas de trabalho para deixar tudo uniforme.
O tamanho ficou bem parecido. Fiz uma sobreposição para facilitar a visualização:

A minha montagem ganhou uma pequena margem em comparação à feita pelo Photomerge. Na imagem a margem branca é a sobra que eu tive sobrepondo a imagem do Photomerge sobre a minha.
No final, posso dizer que o resultado pode ser melhorado se feito manualmente, afinal, se você tem uma semana para trabalhar nessa imagem pode ficar corrigindo foto a foto e fazendo as máscaras selecionando o que há de melhor em cada foto. A cor também é um bom referencial, porque você tem mais controle se fizer tudo manualmente. Se a máquina for uma DSLR não acontecerá essa discrepância de cores entre as fotos, porque você regula a máquina de acordo com o motivo principal.
Há um pequeno ganho de imagem se feito manualmente, mas eu diria que é desprezível porque não acrescentou nada à imagem final.
O maior ponto de destaque é o tempo. Foram cerca de 5 minutos para o Photomerge e 2:30h para mim. E eu não cheguei ao melhor resultado.
Marcadores:
Artigos
4.6.10
Photoshop, prática diária
Normalmente eu uso Photoshop e um outro software de vetor para desenvolver meus trabalhos. Como era diretor de arte, é natural para mim montar algumas coisas no Corel ou Illustrator e finalizar com algun efeitos no Photoshop. Depois eu junto tudo em algum outro software que pode ser o próprio Corel, Word ou InDesign.
Para que se tenha conhecimento aprofundado de um software existe apenas um caminho: Uso contínuo.
Sempre ajuda ter nos favoritos bons sites de tutoriais, mas nada que o Google não resolva com uma ou duas buscas bem feitas. E para que servem os tutoriais? Simples. Para conhecer novas formas de se fazer a mesma coisa ou então descobrir novas ferramentas.
Sempre que tenho tempo, ou quando o job perimite essa extravagância, eu procuro algum efeito diferente para usar. Na cabeça tudo fica maravilhoso, os fundos com grafismos e efeitos alucinantes que dão aquela sensação de profundidade ou movimento que se deseja.
Transportar isso para o papel é mais complicado, porque pelo menos metade do que imaginamos (isso considerando uma proporção super otimista) não tem como ser feito sem apelar para estúdios externos, de foto, ilustração ou mesmo 3D.
Para evitar que muito do que eu imagino seja descartado, vou pensando ao mesmo tempo em como eu faria aquele efeito. Vou usando mentalmente as ferramentas dos softwares e tentando visualizar o caminho das pedras. Se acho que é possível sigo em frente.
E às vezes, abro um novo arquivo e tento fazer algo que vi na tv ou que conheço apenas finalizado e tento chegar ao mesmo resultado.
Mas para que você não desista no meio do caminho, use algum tema que goste, que te interesse ou o exercício será chato e provavelmente não terá o resultado que espera.
Uma coisa que sempre me intrigou são as colorizações de HQs. Especialmente as da Marvel e DC, porque as capas quando bem desenhadas e bem colorizadas ficam com uma dimensão surpreendente. Parecem em movimento, você percebe a luz projetando sombras e a profundidade do cenário.
Eu conheço um artista muito bom e que desenha direto no llustrator. Quando o conheci ele estava desenhando o Homem de Ferro nos EUA. Seu nome é Brian Denhan (www.illcraft.com e www.briandenham.com) o primeiro link é do blog em que ele posta dicas de como desenhar quadrinhos no Illustrator e segundo é o blog pessoal dele, onde ele posta seus trabalhos.
Vocês verão lá um desenho do Batman que ele fez e que ficou muito bom. Me arrisquei a tentar colorí-lo usando o Photoshop.
Foi um exercício muito bom, pois eu nunca tinha feito esse tipo de trabalho antes e como tive liberdade para trabalhar da forma como quis e usar os elementos que eu escolhesse, pude tentar muitas coisas diferentes.
O resultado é este aqui:

Eu escolhi o padrão de cores mais tradicional, sendo o uniforme cinza e as luvas, capa e botas azuis, com o cinto amarelo.
Finalizei em 4h de trabalho. Até que para um marinheiro de primeira viagem, não ficou ruim.
Para que se tenha conhecimento aprofundado de um software existe apenas um caminho: Uso contínuo.
Sempre ajuda ter nos favoritos bons sites de tutoriais, mas nada que o Google não resolva com uma ou duas buscas bem feitas. E para que servem os tutoriais? Simples. Para conhecer novas formas de se fazer a mesma coisa ou então descobrir novas ferramentas.
Sempre que tenho tempo, ou quando o job perimite essa extravagância, eu procuro algum efeito diferente para usar. Na cabeça tudo fica maravilhoso, os fundos com grafismos e efeitos alucinantes que dão aquela sensação de profundidade ou movimento que se deseja.
Transportar isso para o papel é mais complicado, porque pelo menos metade do que imaginamos (isso considerando uma proporção super otimista) não tem como ser feito sem apelar para estúdios externos, de foto, ilustração ou mesmo 3D.
Para evitar que muito do que eu imagino seja descartado, vou pensando ao mesmo tempo em como eu faria aquele efeito. Vou usando mentalmente as ferramentas dos softwares e tentando visualizar o caminho das pedras. Se acho que é possível sigo em frente.
E às vezes, abro um novo arquivo e tento fazer algo que vi na tv ou que conheço apenas finalizado e tento chegar ao mesmo resultado.
Mas para que você não desista no meio do caminho, use algum tema que goste, que te interesse ou o exercício será chato e provavelmente não terá o resultado que espera.
Uma coisa que sempre me intrigou são as colorizações de HQs. Especialmente as da Marvel e DC, porque as capas quando bem desenhadas e bem colorizadas ficam com uma dimensão surpreendente. Parecem em movimento, você percebe a luz projetando sombras e a profundidade do cenário.
Eu conheço um artista muito bom e que desenha direto no llustrator. Quando o conheci ele estava desenhando o Homem de Ferro nos EUA. Seu nome é Brian Denhan (www.illcraft.com e www.briandenham.com) o primeiro link é do blog em que ele posta dicas de como desenhar quadrinhos no Illustrator e segundo é o blog pessoal dele, onde ele posta seus trabalhos.
Vocês verão lá um desenho do Batman que ele fez e que ficou muito bom. Me arrisquei a tentar colorí-lo usando o Photoshop.
Foi um exercício muito bom, pois eu nunca tinha feito esse tipo de trabalho antes e como tive liberdade para trabalhar da forma como quis e usar os elementos que eu escolhesse, pude tentar muitas coisas diferentes.
O resultado é este aqui:

Eu escolhi o padrão de cores mais tradicional, sendo o uniforme cinza e as luvas, capa e botas azuis, com o cinto amarelo.
Finalizei em 4h de trabalho. Até que para um marinheiro de primeira viagem, não ficou ruim.
Marcadores:
Criação
8.2.10
Fidelização ou CRM?
Muitas vezes os dois conceitos são confundidos. Para os que não tem muita informação a respeito, pode até parecer que são a mesma coisa, afinal ambas tratam o cliente de forma diferenciada,oferecendo algum benefício para que este passe a consumir mais no respectivo estabelecimento que aplica uma das duas formas de interação, correto?
Em partes. Na verdade, a fidelização trata todos os clientes que queiram participar dele. Normalmente são vantagens pequenas, como descontos ou um parcelamento maior, enquanto o CRM foca-se apenas em uma parcela da carteira de clientes, oferecendo diferenciais realmente atrativos, como acesso a produtos exclusivos, eventos que podem ser organizados especificamente para eles ou que sejam de interesse comum, como uma corrida de fórmula-1.
"Mas num programa de fidelização não podemos ganhar ingressos para a Fórmula-1 e outros eventos de grande porte?", vocês devem se perguntar. A resposta é simples. Sim e não. "Sim", porque em alguns casos o programa de fidelização pode incluir ingressos para a corrida de F-1 entre os brindes que podem ser resgatados mediante a troca de pontos acumulados. E "não", porque os ingressos estarão limitados à arquibancada e outros locais onde você provavelmente teria acesso simplesmente comprando um ingresso.
Num programa de CRM seria utilizado um Paddock exclusivo, com melhor visualização da pista, mesa de comes e bebes, ar-condionado, e principalmente, outras pessoas do seu interesse, que podem vir a se tornar parceiros comerciais.
É óbvio que um paddock seria algo muito caro para um programa de fidelização, onde normalmente os volumes de compra são menores e a quantidade de participantes imensa, mas totalmente viável num programa de CRM onde o que se quer é exatamente conhecer mais a principal fatia dos seus clientes.
Num exemplo prático, podemos imaginar como seria trabalhar o público de um posto de combustível. Trabalhei por quase seis anos em uma holding do ramo petroquímico e entre as empresas, havia uma rede de postos. Os postos tem os perfis mais complexos possíveis, pois alguns são grandes e bem localizados, mas tem uma galonagem de venda baixa. Outros são pequenos mas possuem galonagem alta. Alguns apesar de alta galonagem, tem muitos tickets de venda (o que indica maior número de clientes), outros tem alta galonagem e quantidade pequena de tickets, entre outras situações possíveis.
Como trabalhar CRM em uma rede de postos onde em apenas um posto passam mais de 1000 pessoas por dia? Como separar quais desses clientes realmente me interessam? E quem são esses clientes? Essas respostas são obtidas com a Fidelização. Este tipo de programa encoraja os clientes a se identificarem, já que para participar e ter acesso aos bônus, é preciso se cadastrar com informações verídicas.
Este programa pode oferecer pontuação por cada produto comercializado dentro do posto, sendo que para cada categoria é estabelecido uma tabela de pontuação.
Consumindo o cliente acumula pontos e poderá trocar... Pelo quê??
O posto pode ofercer serviços básicos que ele tenha, como lavagem, troca de óleo, aditivos, desconto no preço do combustível, etc. E partir de então você terá o perfil do cliente, quando abastece, o que abastece, como paga, etc.
Daí é possível separar aqueles clientes que sejam do interesse do posto. Ora, um cliente que passa no posto, com um punhado de moedas que mal passa de 1 Real no total, é um cliente que deve ser atendido como qualquer outro. Mas não é esse tipo de cliente que interessa, mas sim aquele que abastece mais de meio tanque a cada visita no posto.
Para essa parcela é possível investir em um programa de CRM, onde cada cliente será munido de um cartão GPRS (atualmente uma tecnologia acessível) que o identificará assim que ele adentrar o posto. Nesse momento o sistema irá fornecer ao frentista, por meio de Palmtops, por eemplo, dados que permitam atender o cliente da melhor forma possível.
Se estiver próximo da data da troca de óleo, a sugestão é feita no visor, bem como outras duas sugestões de produtos que o cliente usualmente compra e que por ventura estejam em promoção (quem sabe não estará em promoção apenas para esse cliente?).
Isso apenas não é suficiente para segurar o cliente "Top" no posto. É preciso oferecer combustíveis de qualidade a ele e porque não, convidar os melhores clientes para um tour no processo produtivo do combustível?
Parcerias com outros centros de serviço permitem oferecer mais personalização. Um polimento com cristalização, desconto em rodas esportivas, ou até mesmo oferecer uma pintura personalizada, serão grandes diferenciais que tornarão esse cliente fiel à rede.
Então vemos que a fidelização pode ser entendida como uma etapa inicial do CRM, mas nunca confundida com o próprio, pois tem focos de ação completamente diferentes.
Em partes. Na verdade, a fidelização trata todos os clientes que queiram participar dele. Normalmente são vantagens pequenas, como descontos ou um parcelamento maior, enquanto o CRM foca-se apenas em uma parcela da carteira de clientes, oferecendo diferenciais realmente atrativos, como acesso a produtos exclusivos, eventos que podem ser organizados especificamente para eles ou que sejam de interesse comum, como uma corrida de fórmula-1.
"Mas num programa de fidelização não podemos ganhar ingressos para a Fórmula-1 e outros eventos de grande porte?", vocês devem se perguntar. A resposta é simples. Sim e não. "Sim", porque em alguns casos o programa de fidelização pode incluir ingressos para a corrida de F-1 entre os brindes que podem ser resgatados mediante a troca de pontos acumulados. E "não", porque os ingressos estarão limitados à arquibancada e outros locais onde você provavelmente teria acesso simplesmente comprando um ingresso.
Num programa de CRM seria utilizado um Paddock exclusivo, com melhor visualização da pista, mesa de comes e bebes, ar-condionado, e principalmente, outras pessoas do seu interesse, que podem vir a se tornar parceiros comerciais.
É óbvio que um paddock seria algo muito caro para um programa de fidelização, onde normalmente os volumes de compra são menores e a quantidade de participantes imensa, mas totalmente viável num programa de CRM onde o que se quer é exatamente conhecer mais a principal fatia dos seus clientes.
Num exemplo prático, podemos imaginar como seria trabalhar o público de um posto de combustível. Trabalhei por quase seis anos em uma holding do ramo petroquímico e entre as empresas, havia uma rede de postos. Os postos tem os perfis mais complexos possíveis, pois alguns são grandes e bem localizados, mas tem uma galonagem de venda baixa. Outros são pequenos mas possuem galonagem alta. Alguns apesar de alta galonagem, tem muitos tickets de venda (o que indica maior número de clientes), outros tem alta galonagem e quantidade pequena de tickets, entre outras situações possíveis.
Como trabalhar CRM em uma rede de postos onde em apenas um posto passam mais de 1000 pessoas por dia? Como separar quais desses clientes realmente me interessam? E quem são esses clientes? Essas respostas são obtidas com a Fidelização. Este tipo de programa encoraja os clientes a se identificarem, já que para participar e ter acesso aos bônus, é preciso se cadastrar com informações verídicas.
Este programa pode oferecer pontuação por cada produto comercializado dentro do posto, sendo que para cada categoria é estabelecido uma tabela de pontuação.
Consumindo o cliente acumula pontos e poderá trocar... Pelo quê??
O posto pode ofercer serviços básicos que ele tenha, como lavagem, troca de óleo, aditivos, desconto no preço do combustível, etc. E partir de então você terá o perfil do cliente, quando abastece, o que abastece, como paga, etc.
Daí é possível separar aqueles clientes que sejam do interesse do posto. Ora, um cliente que passa no posto, com um punhado de moedas que mal passa de 1 Real no total, é um cliente que deve ser atendido como qualquer outro. Mas não é esse tipo de cliente que interessa, mas sim aquele que abastece mais de meio tanque a cada visita no posto.
Para essa parcela é possível investir em um programa de CRM, onde cada cliente será munido de um cartão GPRS (atualmente uma tecnologia acessível) que o identificará assim que ele adentrar o posto. Nesse momento o sistema irá fornecer ao frentista, por meio de Palmtops, por eemplo, dados que permitam atender o cliente da melhor forma possível.
Se estiver próximo da data da troca de óleo, a sugestão é feita no visor, bem como outras duas sugestões de produtos que o cliente usualmente compra e que por ventura estejam em promoção (quem sabe não estará em promoção apenas para esse cliente?).
Isso apenas não é suficiente para segurar o cliente "Top" no posto. É preciso oferecer combustíveis de qualidade a ele e porque não, convidar os melhores clientes para um tour no processo produtivo do combustível?
Parcerias com outros centros de serviço permitem oferecer mais personalização. Um polimento com cristalização, desconto em rodas esportivas, ou até mesmo oferecer uma pintura personalizada, serão grandes diferenciais que tornarão esse cliente fiel à rede.
Então vemos que a fidelização pode ser entendida como uma etapa inicial do CRM, mas nunca confundida com o próprio, pois tem focos de ação completamente diferentes.
Marcadores:
Artigos
27.1.10
Print screen
Bom, o blog não é bem para isso e sendo bastante sincero nunca achei que isso fosse acontecer. Mas não é que me convidaram a fazer uma crítica para um software?
Bom, o convite foi feito já faz algum tempo e eu enrolado com o trabalho e a pós, acabei não escrevendo nada. Mas aí vai.
O produto chama-se SnapIt e faz basicamente o que o print screen do Mac faz. Depois de inicializado, ao clicar a tecla Print Screen o cursor vira uma cruz. Você pode clicar e arrastar para copiar um segmento da tela, ou ainda somente dar um clique em qualquer lugar para copiar a tela toda.
A empresa chama-se Digeus software e vocês podem ter mais informações sobre esse software e, se quiserem, baixar um demo aqui: http://tinyurl.com/ybmc8xe
Após instalar e rodar o programa, vai aparecer um ícone de uma máquina fotográfica na barra de tarefas (ou seja lá como se chama aquele espaço ao lado do relógio).

Clicando nele com o botão direito do mouse, você pode configurar o programa. Vai surgir uma janela com as opções e é só clicar em "Properties".

Aqui uma coisa legal desse programa. Na janela de configuração você pode ajustá-lo para gravar automaticamente as imagens em uma pasta. E por default, ele vai numerar as imagens gravadas.

Isso ajuda bastante na hora de fazer print screens para um tutorial ou manual, uma vez que não é necessário abrir outro programa, colar a imagem e então gravá-la.
O primeiro campo que se vê são as Hotkeys, que ativam o programa. Você póde escolher entre a print screen (que é default), F10, F11 ou F12 (lembrando que só farão efeito depois de salvar as configurações).
Logo abaixo tem um check-box. Se deixá-lo selecionado, as imagens serão autmoaticamente gravadas na pasta que você determinar logo abaixo, em "Saving Images" no campo "Folder Name".
O Filename prefix é o que você quer que venha antes do número de ordem das imagens. Logo abaixo tem um exemplo que atualiza automaticamente.

Se deixar este campo em branco as imagens serão gravadas apenas com o número. Mas você pode adicionar um texto que facilitará na hora de separar as imagens.

Outra coisa interessante é que você pode deixar definido o formato de imagem e pode escolher entre JPG, PNG, GIF, TIFF ou BMP.

Do lado esquerdo das opções de formato de imagens você encontra duas opções: Incremental e Random.
Incremental vai gravando as imagens em ordem numérica crescente. Random cria um nome aleatório gigantesco, como se pode ver no exemplo:

Eu gostei desse programinha. Não uso muito esse recurso, Mas comparando o tempo que levei para acertar as imagens no passo-a-passo do logo que eu postei antes, e esse post aqui, o ganho de tempo foi considerável. Sem contar que não precisei abrir o photoshop para acertar as imagens.
Bom, o convite foi feito já faz algum tempo e eu enrolado com o trabalho e a pós, acabei não escrevendo nada. Mas aí vai.
O produto chama-se SnapIt e faz basicamente o que o print screen do Mac faz. Depois de inicializado, ao clicar a tecla Print Screen o cursor vira uma cruz. Você pode clicar e arrastar para copiar um segmento da tela, ou ainda somente dar um clique em qualquer lugar para copiar a tela toda.
A empresa chama-se Digeus software e vocês podem ter mais informações sobre esse software e, se quiserem, baixar um demo aqui: http://tinyurl.com/ybmc8xe
Após instalar e rodar o programa, vai aparecer um ícone de uma máquina fotográfica na barra de tarefas (ou seja lá como se chama aquele espaço ao lado do relógio).

Clicando nele com o botão direito do mouse, você pode configurar o programa. Vai surgir uma janela com as opções e é só clicar em "Properties".

Aqui uma coisa legal desse programa. Na janela de configuração você pode ajustá-lo para gravar automaticamente as imagens em uma pasta. E por default, ele vai numerar as imagens gravadas.

Isso ajuda bastante na hora de fazer print screens para um tutorial ou manual, uma vez que não é necessário abrir outro programa, colar a imagem e então gravá-la.
O primeiro campo que se vê são as Hotkeys, que ativam o programa. Você póde escolher entre a print screen (que é default), F10, F11 ou F12 (lembrando que só farão efeito depois de salvar as configurações).
Logo abaixo tem um check-box. Se deixá-lo selecionado, as imagens serão autmoaticamente gravadas na pasta que você determinar logo abaixo, em "Saving Images" no campo "Folder Name".
O Filename prefix é o que você quer que venha antes do número de ordem das imagens. Logo abaixo tem um exemplo que atualiza automaticamente.

Se deixar este campo em branco as imagens serão gravadas apenas com o número. Mas você pode adicionar um texto que facilitará na hora de separar as imagens.

Outra coisa interessante é que você pode deixar definido o formato de imagem e pode escolher entre JPG, PNG, GIF, TIFF ou BMP.

Do lado esquerdo das opções de formato de imagens você encontra duas opções: Incremental e Random.
Incremental vai gravando as imagens em ordem numérica crescente. Random cria um nome aleatório gigantesco, como se pode ver no exemplo:

Eu gostei desse programinha. Não uso muito esse recurso, Mas comparando o tempo que levei para acertar as imagens no passo-a-passo do logo que eu postei antes, e esse post aqui, o ganho de tempo foi considerável. Sem contar que não precisei abrir o photoshop para acertar as imagens.
Marcadores:
Jabá
28.12.09
De novo?!?
É, eu sei. O outro post foi uma ilustração e agora vem outra.
Apesar do Natal não ser a data que mais gosto (já foi, hoje é um dia meio triste para mim), sempre é mandar um cartão ou alguma mensagem para os amigos e parentes. E na empresa também.
Só que desta vez não deu tempo de fazer o dos amigos e parentes. Na verdade, fiquei com várias idéias e nenhuma ficou legal. O tempo passou e acabei fazendo só o da empresa.
Então, segue o cartãozinho de Natal que fiz para a Viabrasil. Atrasado, mas é sincero!
Apesar do Natal não ser a data que mais gosto (já foi, hoje é um dia meio triste para mim), sempre é mandar um cartão ou alguma mensagem para os amigos e parentes. E na empresa também.
Só que desta vez não deu tempo de fazer o dos amigos e parentes. Na verdade, fiquei com várias idéias e nenhuma ficou legal. O tempo passou e acabei fazendo só o da empresa.
Então, segue o cartãozinho de Natal que fiz para a Viabrasil. Atrasado, mas é sincero!
5.11.09
Eu faço assim
Cada um tem um jeito de criar seus logos e ilustrações. Os mais habilidosos fazem tudo direto no computador e usam diversos programas simultaneamente. Mas como eu não faço parte desse seleto grupo de artistas, tenho que me virar com o que tenho.
Vou mostrar como eu faço, mas isso está longe de ser um tutorial e nem é essa a intenção.
Eu fiz um logo para uma ação de incentivo direcionada aos frentistas. Consistia em vender produtos de conveniência (na verdade, bomboniére e bebidas) e os melhores colocados, inclusive os gerentes desses postos seriam premiados.
Fizemos uma pequena campanha e eu criei esse logo:

Para chegar aí eu comecei com um esboço em papel.

Depois escaneei e joguei no Illustrator para finalizar os traços.

Eu costumo usar a ferramenta pincel do Illustrator e modifico a ponta para ficar meio ovalada e assim conseguir uma diferença de espessura no traço. Uso uma cor constrastante para fazer os traços principais. Como tenho tablet, faço tudo à mão livre e depois duplico o desenho vetorizado e arrumo os traços. Na imagem acima há pouca diferença entre os dois desenhos, mas é porque eu já tinha arrumado as linhas amarelas e só fiz um ajuste fino no desenho preto.
Daí jogo as linhas no photoshop.

Faço a colorização e sombreamento da ilustração.

E aproveito para adicionar a estrela no fundo.

Aplico alguns efeitos para deixá-la com mais volume e dar a impressão de algo brilhante, quase espelhado.

Com o personagem pronto, eu importo essa imagem no Illustrator para construir os outros elementos do logo.

Eu marco o espaço do texto e posiciono algumas estrelinhas em volta para ter uma idéia do espaço que irei utilizar. Daí volto ao photoshop para fazer os efeitos dessas outras estrelas.

O texto está em preto, mas é só para marcar o espaço onde ele ficará. Eu prefiro trabalhar o texto como curvas, no Illustrator. Posicionei algumas estrelinhas (usei a mesma que está servindo de base para o personagem, é importante poupar tempo) ao redor do texto e aí adicionei alguns efeitos.

Aí já posso apagar o texto para ver como está ficando e aplico os efeitos de brilhos e luminosidade para dar a impressão de movimento das estrelinhas.

Volto ao Illustrator para finalizar o texto. Posicionei o texto branco com o outline preto.

Separei os dois e usei um degradèe circular de cyan para azul escuro para o outline e para as letras amarelo e amarelo claro (quase branco). E o resultado final é este:

Bem, eu faço assim.
Vou mostrar como eu faço, mas isso está longe de ser um tutorial e nem é essa a intenção.
Eu fiz um logo para uma ação de incentivo direcionada aos frentistas. Consistia em vender produtos de conveniência (na verdade, bomboniére e bebidas) e os melhores colocados, inclusive os gerentes desses postos seriam premiados.
Fizemos uma pequena campanha e eu criei esse logo:

Para chegar aí eu comecei com um esboço em papel.

Depois escaneei e joguei no Illustrator para finalizar os traços.

Eu costumo usar a ferramenta pincel do Illustrator e modifico a ponta para ficar meio ovalada e assim conseguir uma diferença de espessura no traço. Uso uma cor constrastante para fazer os traços principais. Como tenho tablet, faço tudo à mão livre e depois duplico o desenho vetorizado e arrumo os traços. Na imagem acima há pouca diferença entre os dois desenhos, mas é porque eu já tinha arrumado as linhas amarelas e só fiz um ajuste fino no desenho preto.
Daí jogo as linhas no photoshop.

Faço a colorização e sombreamento da ilustração.

E aproveito para adicionar a estrela no fundo.

Aplico alguns efeitos para deixá-la com mais volume e dar a impressão de algo brilhante, quase espelhado.

Com o personagem pronto, eu importo essa imagem no Illustrator para construir os outros elementos do logo.

Eu marco o espaço do texto e posiciono algumas estrelinhas em volta para ter uma idéia do espaço que irei utilizar. Daí volto ao photoshop para fazer os efeitos dessas outras estrelas.

O texto está em preto, mas é só para marcar o espaço onde ele ficará. Eu prefiro trabalhar o texto como curvas, no Illustrator. Posicionei algumas estrelinhas (usei a mesma que está servindo de base para o personagem, é importante poupar tempo) ao redor do texto e aí adicionei alguns efeitos.

Aí já posso apagar o texto para ver como está ficando e aplico os efeitos de brilhos e luminosidade para dar a impressão de movimento das estrelinhas.

Volto ao Illustrator para finalizar o texto. Posicionei o texto branco com o outline preto.

Separei os dois e usei um degradèe circular de cyan para azul escuro para o outline e para as letras amarelo e amarelo claro (quase branco). E o resultado final é este:

Bem, eu faço assim.
Marcadores:
Ilustrações
21.10.09
ARG!
Ultimamente tem se falado muito em ARGs (Alternate Reality Game), aqueles jogos interativos muito usados para promover filmes (como foi o caso de Batman Begins).
São várias ações compostas por tarefas e outras atividades que devem ser cumpridas pelos participantes a fim de receber algum diferencial sobre o tema do ARG, que pode ser um JPG exclusivo, algum tipo de brinde ou vários prêmios. O ARG de Anjos e Demônios premiou com TV de LCD, Home theater e outros brindes.
As pessoa participam como se estivessem em uma grande gincana e a verdade não é muito diferente disso. Eu mesmo participei do ARG de Anjos e Demônios e só não fiz mais porque algumas etapas requeriam participação presencial e em horários incompatíveis com o meu trabalho.
Mas é um tipo de ação muito eficaz para envolver as pessoas no clima do filme. Em Batman Begins, as pessoas se dividiam em grupos pró Batman e pró Coringa, em Anjos e Demônios resolviam enigmas e procuravam pistas em simbologias relacionadas ao enredo do filme.
E eis que alguém resolve utilizar a mesma ferramenta para divulgar o filme 2012. Só que, ao contrário dos filmes anteriores, este trata do fim do mundo. Nada de mais, afinal até o Nicolas Cage já pegou um belo bronzeado em Premsságio, Bruce Willis foi escavar um meteoro e Morgan Freeman teve que comunicar ao mundo que Bruce Willis não estava disponível e que a pedrona ia cair aqui.
Só que este filme trata de uma lenda a respeito do calendário Maia, que termina em 2012 e suspeita-se de que algo incrivelmente bom ou ruim irá acontecer. O filme escolhe a segunda opção e acha que o mundo vai acabar.
Eu já acho que os Maias fizeram um calendário que ia até 2012 e que quando chegassem lá fariam outro até sei lá quando, mas isso é só a minha opinião e não vem ao caso.
Bom, fato é que, dado a temaática do filme, fizeram um site (este aqui:http://www.instituteforhumancontinuity.org) que tem inclusive uma loteria para a continuidade humana (eu me cadastrei) e é feito como se fosse sério.
"Mas e daí?", bom daí que os bons e velhos americanos resolveram achar que a coisa é real e começaram a ligar para tudo quanto é cientista, instituto de pesquisa, NASA, CIA, FBI para perguntar se é verdade. Inclusive tem um grupo de adolescentes que já está até organizando um "suicídio coletivo" caso seja verdade.
Pergunto: será que isso se deve a um trabalho muito bem feito, que reamente transmite credibilidade a tal ponto das pessoas se esquecerem que não estão mais em 1938 escutando a famosa transmissão de "Guerra dos Mundos".
Com a facilidade de acesso à informação, as pessoas deveriam estar mais preparadas e não acreditar nesse tipo de brincadeira. Ou então, será que é devido ao acesso fácil e rápido à informação que a internet nos proporciona, que as pessoas já não conseguem mais distinguir a realidade de uma brincadeira?
Na verdade eu acho que é um conjunto das duas coisas. As pessoas tem acesso à informação, mas não tem instrução suficiente para lidar com ela. Não estou falando de escolaridade, mas sim da capacidade de análise e interpretação que cada pessoa tem.
E aliado a isso, temos a incrível facilidade em produzir coisas muito próximas do real, dada a tecnologia disponível atualmente. Esses ARGs, quando bem feitos, são muoto envolventes. Quem se aventurar a dar uma passadinha no site que citei acima, verá que a quantidade de informação e a forma como está estruturada, nos faz realmente crer que trata-se de um site sério.
Hoje recebi uma mensagem do IHC (Institute for Human Continuity)dizendo que o meu bilhete não dá acesso somente a mim, mas que é bom encorajar meus amigos e familiares a se inscreverem também.
Uma excelente forma de ganhar um mailing gigantesco, não? Ou será que é verdade?
São várias ações compostas por tarefas e outras atividades que devem ser cumpridas pelos participantes a fim de receber algum diferencial sobre o tema do ARG, que pode ser um JPG exclusivo, algum tipo de brinde ou vários prêmios. O ARG de Anjos e Demônios premiou com TV de LCD, Home theater e outros brindes.
As pessoa participam como se estivessem em uma grande gincana e a verdade não é muito diferente disso. Eu mesmo participei do ARG de Anjos e Demônios e só não fiz mais porque algumas etapas requeriam participação presencial e em horários incompatíveis com o meu trabalho.
Mas é um tipo de ação muito eficaz para envolver as pessoas no clima do filme. Em Batman Begins, as pessoas se dividiam em grupos pró Batman e pró Coringa, em Anjos e Demônios resolviam enigmas e procuravam pistas em simbologias relacionadas ao enredo do filme.
E eis que alguém resolve utilizar a mesma ferramenta para divulgar o filme 2012. Só que, ao contrário dos filmes anteriores, este trata do fim do mundo. Nada de mais, afinal até o Nicolas Cage já pegou um belo bronzeado em Premsságio, Bruce Willis foi escavar um meteoro e Morgan Freeman teve que comunicar ao mundo que Bruce Willis não estava disponível e que a pedrona ia cair aqui.
Só que este filme trata de uma lenda a respeito do calendário Maia, que termina em 2012 e suspeita-se de que algo incrivelmente bom ou ruim irá acontecer. O filme escolhe a segunda opção e acha que o mundo vai acabar.
Eu já acho que os Maias fizeram um calendário que ia até 2012 e que quando chegassem lá fariam outro até sei lá quando, mas isso é só a minha opinião e não vem ao caso.
Bom, fato é que, dado a temaática do filme, fizeram um site (este aqui:http://www.instituteforhumancontinuity.org) que tem inclusive uma loteria para a continuidade humana (eu me cadastrei) e é feito como se fosse sério.
"Mas e daí?", bom daí que os bons e velhos americanos resolveram achar que a coisa é real e começaram a ligar para tudo quanto é cientista, instituto de pesquisa, NASA, CIA, FBI para perguntar se é verdade. Inclusive tem um grupo de adolescentes que já está até organizando um "suicídio coletivo" caso seja verdade.
Pergunto: será que isso se deve a um trabalho muito bem feito, que reamente transmite credibilidade a tal ponto das pessoas se esquecerem que não estão mais em 1938 escutando a famosa transmissão de "Guerra dos Mundos".
Com a facilidade de acesso à informação, as pessoas deveriam estar mais preparadas e não acreditar nesse tipo de brincadeira. Ou então, será que é devido ao acesso fácil e rápido à informação que a internet nos proporciona, que as pessoas já não conseguem mais distinguir a realidade de uma brincadeira?
Na verdade eu acho que é um conjunto das duas coisas. As pessoas tem acesso à informação, mas não tem instrução suficiente para lidar com ela. Não estou falando de escolaridade, mas sim da capacidade de análise e interpretação que cada pessoa tem.
E aliado a isso, temos a incrível facilidade em produzir coisas muito próximas do real, dada a tecnologia disponível atualmente. Esses ARGs, quando bem feitos, são muoto envolventes. Quem se aventurar a dar uma passadinha no site que citei acima, verá que a quantidade de informação e a forma como está estruturada, nos faz realmente crer que trata-se de um site sério.
Hoje recebi uma mensagem do IHC (Institute for Human Continuity)dizendo que o meu bilhete não dá acesso somente a mim, mas que é bom encorajar meus amigos e familiares a se inscreverem também.
Uma excelente forma de ganhar um mailing gigantesco, não? Ou será que é verdade?
Marcadores:
Crônicas
8.10.09
Proibido para menores
Um problema recorrente nos postos, é a venda de bebidas alcoólicas para menores de idade. Quando o posto está próximo de uma área residencial então, é ainda pior porque muitas vezes mandam as crianças até o posto para comprar "uma cerveja para o meu pai".
Não importa se isso é verdade ou não, é proibido vender bebida alcoólica a menores de idade. Mas isso muitas vezes não é respeitado, seja devido à convivência do caixa do posto (que passa a conhecer os moradores locais e por isso acaba vendendo) ou por mera displicência.
Visando acabar com esse tipo de situação, fizemos uma "blitz" onde o nosso gerente operacional, que está sempre vistoriando os postos, fez um trabalho em cada posto com os caixas e logo em seguida, para reforçar a mensagem, desenvolvi um lembrete, usando ilustrações e de uma forma bem humorada.
Não importa se isso é verdade ou não, é proibido vender bebida alcoólica a menores de idade. Mas isso muitas vezes não é respeitado, seja devido à convivência do caixa do posto (que passa a conhecer os moradores locais e por isso acaba vendendo) ou por mera displicência.
Visando acabar com esse tipo de situação, fizemos uma "blitz" onde o nosso gerente operacional, que está sempre vistoriando os postos, fez um trabalho em cada posto com os caixas e logo em seguida, para reforçar a mensagem, desenvolvi um lembrete, usando ilustrações e de uma forma bem humorada.
Marcadores:
Ilustrações
22.9.09
Uma idéia que vale prêmios
Uma campanha interna para incentivar os próprios funcionários a encontrarem soluções inovadoras que trouxessem benefícios ao seu trabalho diário (maior eficiência ou produtividade, economia ou menor tempo para execução de uma tarefa), pedia um logo que fosse divertido.
A intenção era que as pessoas não entendessem como uma obrigação, mas um exercício diário de avaliação das suas tarefas, de uma forma lúdica, divertida e com a possibilidade de levar um prêmio para casa.
O logo que criei foi este aqui:
A intenção era que as pessoas não entendessem como uma obrigação, mas um exercício diário de avaliação das suas tarefas, de uma forma lúdica, divertida e com a possibilidade de levar um prêmio para casa.
O logo que criei foi este aqui:
Marcadores:
logos
15.9.09
Propaganda Infantil
Há muitas formas de se ler o título acima. Como a propaganda que usa uma linguagem infantil, aquela que parece ter sido feita por crianças (ultimamente tenho visto coisas que até uma crinça faria melhor) ou ainda propaganda voltada à crianças.
É esta última leitura que utilizarei como foco. E já aviso de antemão: serei polêmico.
Esse assunto tem estado em voga dados os últimos embates de "pais conscientes" x brinquedos do McDonald´s. Esta por si só já é uma discussão que, para mim, significa que tem muita gente sem ter o que fazer e resolve "encher o saco de alguém".
Claro. Afinal qual o mal de se vender um lanche com brinquedo? "Ah, as crianças nem querem o lanche só querem o brinquedo!" bradarão as primeiras "mães conscientes do mundo globalizado em que estão".
É óbvio que querem o brinquedo. Eu também já quis. Já fui criança. Na minha época ficava me indagando porque o brinquedo não poderia vir junto com o Big Mac, que era o meu lanche favorito. Acabava comendo o Chesseburguer só para ter o brinquedo. E ficava com fome.
E dependendo do brinquedo, ainda hoje tenho vontade de comprar o McLanche Feliz, o que às vezes acontece. Nem sempre minhas filhas querem o mesmo brinquedo que eu. Nós temos uma regulariadade enorme para ir ao McDonald´s. É algo como uma vês a cada 3 meses. Excessões podem ser abertas, dependendo do brinquedo.
"Ah, mas você não cuida dos seus filhos!". Pelo contrário. Cuido sim. E posso afirmar com toda a certeza de que cuido muito melhor do que a maioria das mães e pais que bradam aos quatro ventos que o McDonald´s deveria parar de vender os lanches com brinquedos.
Eu acho que não só os lanches com brindes, mas as próprias propagandas devem ser permitidas e não apenas em horário nobre. Qual o mal em veicular uma propaganda de chocolate? Biscoito? Tênis?
As crianças vão querer? Lógico. Foi feito para elas. As crianças querem muitas coisas. Assim como os adultos. E é função dos adultos ensinar às crianças que não se pode ter tudo que querem.
O grande problema aqui é que os pais atuais não querem ensinar nada aos filhos. "É a vida moderna. A mulher moderna trabalha e não tem tempo para isso".
Leia-se "não tem tempo para ser mãe". Então porque não compram um cachorro? Papagaio? Uma Tartaruga? Filho é algo que você precisa se dedicar. Canso de ver casos de crianças que são muito bem educadas, mas isso enquanto estão com os outros porque em casa são somente crianças mimadas ao extremo.
E são esses que reclamam das propagandas. Porque sentem uma culpa tão grande por deixar os filhos abandonados num canto o dia todo, enquanto vivem suas "vidas modernas" que não conseguem negar aos filhos.
Os apelos na verdade são para eles: "Somos incompetentes na função. Parem de oferecer coisas aos nossos filhos ou seremos obrigados a contratar alguém que diga não a eles!".
Faz algum tempo, li em algum artigo que inclusive sugeria que as propagandas ensinassem as crianças a questionar. Ué? Isso não é função dos pais?
Ah, sim. Eles não tem essa competência.
No mundo todo já existem diversos países em que as propagandas de produtos infantis são proibidas ou somente permitidas após às 20h. Acho isso um exagero. É como pedir que o cinema também seja educativo. No mínimo ridículo. Quem deve ensinar alguma coisa é a escola.
Pior ainda é defender uma idéia absurda dessas e depois ver a novela das 8 na Globo.
As pessoas precisam compreender que criar um filho não é responsabilidade das empresas, agências de propaganda ou emissoras de tv. É dos pais. Se eles não tem tempo para fazer isso, comprem um peixe. Ou então, um screensaver que imita um aquário. Melhor ainda porque provalvelmente eles não terão tempo para dar comida e trocar a água do aquário.
Acho positivo não utilizar termos imperativos, como "Compre isso" ou "peça aquilo". Mas longe de proibir propagandas voltadas ao público infantil.
É esta última leitura que utilizarei como foco. E já aviso de antemão: serei polêmico.
Esse assunto tem estado em voga dados os últimos embates de "pais conscientes" x brinquedos do McDonald´s. Esta por si só já é uma discussão que, para mim, significa que tem muita gente sem ter o que fazer e resolve "encher o saco de alguém".
Claro. Afinal qual o mal de se vender um lanche com brinquedo? "Ah, as crianças nem querem o lanche só querem o brinquedo!" bradarão as primeiras "mães conscientes do mundo globalizado em que estão".
É óbvio que querem o brinquedo. Eu também já quis. Já fui criança. Na minha época ficava me indagando porque o brinquedo não poderia vir junto com o Big Mac, que era o meu lanche favorito. Acabava comendo o Chesseburguer só para ter o brinquedo. E ficava com fome.
E dependendo do brinquedo, ainda hoje tenho vontade de comprar o McLanche Feliz, o que às vezes acontece. Nem sempre minhas filhas querem o mesmo brinquedo que eu. Nós temos uma regulariadade enorme para ir ao McDonald´s. É algo como uma vês a cada 3 meses. Excessões podem ser abertas, dependendo do brinquedo.
"Ah, mas você não cuida dos seus filhos!". Pelo contrário. Cuido sim. E posso afirmar com toda a certeza de que cuido muito melhor do que a maioria das mães e pais que bradam aos quatro ventos que o McDonald´s deveria parar de vender os lanches com brinquedos.
Eu acho que não só os lanches com brindes, mas as próprias propagandas devem ser permitidas e não apenas em horário nobre. Qual o mal em veicular uma propaganda de chocolate? Biscoito? Tênis?
As crianças vão querer? Lógico. Foi feito para elas. As crianças querem muitas coisas. Assim como os adultos. E é função dos adultos ensinar às crianças que não se pode ter tudo que querem.
O grande problema aqui é que os pais atuais não querem ensinar nada aos filhos. "É a vida moderna. A mulher moderna trabalha e não tem tempo para isso".
Leia-se "não tem tempo para ser mãe". Então porque não compram um cachorro? Papagaio? Uma Tartaruga? Filho é algo que você precisa se dedicar. Canso de ver casos de crianças que são muito bem educadas, mas isso enquanto estão com os outros porque em casa são somente crianças mimadas ao extremo.
E são esses que reclamam das propagandas. Porque sentem uma culpa tão grande por deixar os filhos abandonados num canto o dia todo, enquanto vivem suas "vidas modernas" que não conseguem negar aos filhos.
Os apelos na verdade são para eles: "Somos incompetentes na função. Parem de oferecer coisas aos nossos filhos ou seremos obrigados a contratar alguém que diga não a eles!".
Faz algum tempo, li em algum artigo que inclusive sugeria que as propagandas ensinassem as crianças a questionar. Ué? Isso não é função dos pais?
Ah, sim. Eles não tem essa competência.
No mundo todo já existem diversos países em que as propagandas de produtos infantis são proibidas ou somente permitidas após às 20h. Acho isso um exagero. É como pedir que o cinema também seja educativo. No mínimo ridículo. Quem deve ensinar alguma coisa é a escola.
Pior ainda é defender uma idéia absurda dessas e depois ver a novela das 8 na Globo.
As pessoas precisam compreender que criar um filho não é responsabilidade das empresas, agências de propaganda ou emissoras de tv. É dos pais. Se eles não tem tempo para fazer isso, comprem um peixe. Ou então, um screensaver que imita um aquário. Melhor ainda porque provalvelmente eles não terão tempo para dar comida e trocar a água do aquário.
Acho positivo não utilizar termos imperativos, como "Compre isso" ou "peça aquilo". Mas longe de proibir propagandas voltadas ao público infantil.
Marcadores:
Polêmica
26.8.09
Vendas a Prazo
Muitas redes de postos oferecem a possibilidade de cadastro de frotas para pagamento mensal, quinzenal ou semanal de abastecimento e a Rede Viabrasil também tem seu departamento de "Vendas a Prazo".
Efetivamente, o que se faz é realmente uma venda a prazo, mas eu sempre achei esse nome feio pra burro e também sem identidade.
Eu criei o nome "Atendimento Exclusivo a Frotas" já o nosso sistema oferece muitas vantagens, como o uso de um cartão para abastecimento que possibilita verificar quem abastece, quanto e o que abastece e em qual posto abasteceu. Tudo em tempo real, via site.
E como era de se esperar, criei um logotipo para o serviço:
Efetivamente, o que se faz é realmente uma venda a prazo, mas eu sempre achei esse nome feio pra burro e também sem identidade.
Eu criei o nome "Atendimento Exclusivo a Frotas" já o nosso sistema oferece muitas vantagens, como o uso de um cartão para abastecimento que possibilita verificar quem abastece, quanto e o que abastece e em qual posto abasteceu. Tudo em tempo real, via site.
E como era de se esperar, criei um logotipo para o serviço:
Marcadores:
logos
8.8.09
Básico, bom e barato
Achei estes anúncios, que eram para uma linha de relógios da Citizen chamada Aluminium. É uma linha de relógios bem mais leve, com caixa em alumínio e que só tem o básico. Portanto uma linha mais barata, mas que ainda conta com a qualidade Citizen.
Decidiram que essa linha seria destinada ao público jovem, justamente pelo poder aquisitivo restrito e este é um dos layouts que fiz para a campanha. Não foram aprovadas, então são praticamente, fantasmas.

Decidiram que essa linha seria destinada ao público jovem, justamente pelo poder aquisitivo restrito e este é um dos layouts que fiz para a campanha. Não foram aprovadas, então são praticamente, fantasmas.

Marcadores:
Anúncios
27.7.09
Trade
Uma das empresas do Grupo Vibrapar é a Midas Elastômeros. A principal atividade é a reciclagem de pneumáticos inservíveis, mas também conta com uma linha de solventes.
Este anúncio foi feito para uma revista voltada para o trade. As latas estão voando (sem sombra ou reflexo), não deu tempo de trabalhar a transparência dos frascos de PET, mas o pessoal gostou e foi assim mesmo.
Pelo menos ficou bonito.
Este anúncio foi feito para uma revista voltada para o trade. As latas estão voando (sem sombra ou reflexo), não deu tempo de trabalhar a transparência dos frascos de PET, mas o pessoal gostou e foi assim mesmo.
Pelo menos ficou bonito.
Marcadores:
Anúncios
12.7.09
Anúncio "da hora"... :p
Esse título é horrível, mas é por causa de uma história verídica que aconteceu na agência onde trabalhei com a Citizen.
Foi antes de eu entrar lá. Um cara liga para a agência e diz que quer uma reunião com toda a diretoria da agência (se possível com a diretoria da Citizen também)porque quer mostrar uma idéia fantástica que ele teve.
Fez o maior carnaval e tanto insistiu que aceitaram ver a peça do cara. Ele chegou com várias folhas de uma espécie de contrato, que todos assinaram atestanto que caso não comprassem a idéia, não fariam uso dela de forma alguma.
Todos apreensivos e então, finalmente a idéia foi revelada. No layout uma foto de um relógio muito mal recortada e a frase genial: "Citizen. O relógio da hora!"
Bom, diz a lenda que ele ainda ficou irritado quando todos começaram a rir e que iria ao principal concorrente mostrar a "sacada" que ele teve.
O mais engraçado é que nessa agência, costumávamos ter boas idéias, que saíam do comum quando se trata de relógios. Se vocês prestarem atenção, são praticamente todos iguais. O relógio gigantão no meio da página, às vezes uma frase que não diz coisa com coisa (como nas propagandas de perfumes de grifes famosas) e a assinatura no canto inferior direito da marca.
Só que todas as nossas idéias eram detonadas pelo dono da agência e acabavam ficando ainda piores do que se tivéssemos feito algo chavão.
Este anúncio para o dia dos namorados, por incrível que pareça, sofreu pouquíssimas alterações. E tanto nós, diretores de arte, como os redatores que trabalharam nessa peça (fizemos umas 5 ou 6, mas essa era a mais legal) gostaram do resultado.
Num brainstorm rápido, fizemos uma lista de tudo que era relacionado aos namorados e que não fossem corações ou um casal de mãos dadas.
Uma das idéias foi a brincaderia do "bem-me-quer, mal-me-quer" que os apaixonados fazem (ou faziam...). E aos redatores coube a missão de transformar "bem-me-quer mal-me-quer" em "bem-me-quer bem-me-quer".
E eles mandaram muito bem.
Foi antes de eu entrar lá. Um cara liga para a agência e diz que quer uma reunião com toda a diretoria da agência (se possível com a diretoria da Citizen também)porque quer mostrar uma idéia fantástica que ele teve.
Fez o maior carnaval e tanto insistiu que aceitaram ver a peça do cara. Ele chegou com várias folhas de uma espécie de contrato, que todos assinaram atestanto que caso não comprassem a idéia, não fariam uso dela de forma alguma.
Todos apreensivos e então, finalmente a idéia foi revelada. No layout uma foto de um relógio muito mal recortada e a frase genial: "Citizen. O relógio da hora!"
Bom, diz a lenda que ele ainda ficou irritado quando todos começaram a rir e que iria ao principal concorrente mostrar a "sacada" que ele teve.
O mais engraçado é que nessa agência, costumávamos ter boas idéias, que saíam do comum quando se trata de relógios. Se vocês prestarem atenção, são praticamente todos iguais. O relógio gigantão no meio da página, às vezes uma frase que não diz coisa com coisa (como nas propagandas de perfumes de grifes famosas) e a assinatura no canto inferior direito da marca.
Só que todas as nossas idéias eram detonadas pelo dono da agência e acabavam ficando ainda piores do que se tivéssemos feito algo chavão.
Este anúncio para o dia dos namorados, por incrível que pareça, sofreu pouquíssimas alterações. E tanto nós, diretores de arte, como os redatores que trabalharam nessa peça (fizemos umas 5 ou 6, mas essa era a mais legal) gostaram do resultado.
Num brainstorm rápido, fizemos uma lista de tudo que era relacionado aos namorados e que não fossem corações ou um casal de mãos dadas.
Uma das idéias foi a brincaderia do "bem-me-quer, mal-me-quer" que os apaixonados fazem (ou faziam...). E aos redatores coube a missão de transformar "bem-me-quer mal-me-quer" em "bem-me-quer bem-me-quer".
E eles mandaram muito bem.
Marcadores:
Anúncios
3.7.09
Exercício de criação
Eu visito alguns blogs. Um deles é o do Brian Denham que desenha HQ´s direto no Illustrator.
E um dos posts dele é sobre um exercício de criação que ele encontrou em outro blog, em que o objetivo é criar uma capa de CD para uma banda fictícia.
Funciona assim:
1)Abra o site da Wikipedia e escolha "Randon". O primeiro resultado será o nome da sua banda.
2)Abra este site: http://www.quotationspage.com/random.php3 e as últimas 4 ou 5 palavras da última citação será o nome do seu álbum.
3) Abrao site do flicker: http://www.flickr.com/explore/interesting/7days e a terceira imagem será a imagem da sua capa.
Os meus foram:
1)http://en.wikipedia.org/wiki/Gmina_Bielice
2)http://www.quotationspage.com/random.php3
3)http://www.flickr.com/photos/sandeepak/3677051612/
O resultado é esse:
E um dos posts dele é sobre um exercício de criação que ele encontrou em outro blog, em que o objetivo é criar uma capa de CD para uma banda fictícia.
Funciona assim:
1)Abra o site da Wikipedia e escolha "Randon". O primeiro resultado será o nome da sua banda.
2)Abra este site: http://www.quotationspage.com/random.php3 e as últimas 4 ou 5 palavras da última citação será o nome do seu álbum.
3) Abrao site do flicker: http://www.flickr.com/explore/interesting/7days e a terceira imagem será a imagem da sua capa.
Os meus foram:
1)http://en.wikipedia.org/wiki/Gmina_Bielice
2)http://www.quotationspage.com/random.php3
3)http://www.flickr.com/photos/sandeepak/3677051612/
O resultado é esse:
Marcadores:
Criação
Assinar:
Postagens (Atom)