Estou fazendo um curso de pós graduação em Gestão de Marketing Empresarial, na Uniban. Ainda estamos no começo mas até agora o curso se mostrou muito bom.
Feito o jabazinho básico, vamos ao que interessa. Uma das matérias é justamente CRM, ou Customer Relationship Management (Gestão do Relacionamento com o Cliente). Qual a importância desta sigla atualmente, quando temos uma enorme tendência a comprar via internet e sem interação com outras pessoas?
Total! Mesmo quando se compra pela internet é possível criar um relacionamento com o cliente. Se ele entra no site e compra, é possível filtrar os ítens mais comprados ou buscados por aquela pessoa e depois enviar ofertas relacionadas a estes produtos.
Isso é somente um pequeno exemplo do que se pode fazer. CRM é muito mais que isso.
É preciso esclarecer que CRM não é um software, mas sim um conjunto de ações, uma estratégia que visa melhorar o relacionamento com o consumidor para que este seja fidelizado e com isso o aumento do índice de vendas e faturamento.
Muitas vezes as estratégias ficam somente na fórmula "Cartão de pontuação - troca por brindes" e em alguns casos a pontuação para se conseguir algum prêmio é tão alta que o cliente acaba desistindo do programa.
Para que a estratégia de CRM tenha sucesso, é preciso, antes de mais nada, entender que este não é um projeto de curto prazo, mas algo que sempre estará em movimento, adaptando-se e modificando-se ao longo dos anos.
Depois temos que entender quem é o nosso consumidor e o que ele precisa. Só assim é possível oferecer a ele alguma diferenciação. Como citam Peppers & Rogers, precisamos aplicar o IDIP. Identificar, Diferenciar, Interagir e Personalizar.
Com isso teremos um menor custo no desenvolvimento de novos produtos, teremos clientes que confiam na empresa e se sentem à vontade para compartilhar suas informações com ela e o mais importante, serão fiéis à sua empresa.
E ainda tem muito o que se dizer sobre CRM.
18.6.09
30.4.09
Era para ser assim...
Isso provavelmente já aconteceu com todos os designers, ao menos uma vez na vida. Você recebe um briefing e, seja ele bem feito ou não, tem uma idéia muito legal para o material.
Usa todo o seu conhecimento em design, aplica mais teorias de comunicação por centímetro quadrado do que tinha no seu TCC todo, sua memória traz automaticamente os resultados de pesquisas que você nem sabia que tinha lido (algumas vezes não lemos mesmo, acabamos imaginando tudo!)mas que para esse material fazem todo o sentido.
O café esfria na mesa tal é sua concentração na criação, mesmo que seja algo prosaico como uma faixa ou um folheto 1x0, você termina em menos de um terço do tempo normal de desenvolvimento, olha para ele na tela e diz: "Pô, esse ficou bom!".
Bom, isso me acontece com menos freqüência (não concordo com a deforma ortográfica! :D) do que gostaria, mas é sempre bom quando isso acontece porque o trabalho flui, quando estou num processo assim é comum eu pensar em duas ou três opções diferentes ao mesmo tempo.
E neste caso, das 5 que fiz, escolhi uma que considerei a melhor. O job era uma faixa para apresentar aos clientes dos Postos Viabrasil, o teste de qualidade do combustível.
Escolhi esta aqui:

Mas aí vai para aprovação, discute a cor, discute a diagramação, muda isso, aquilo e...
Ficou assim:

Já aconteceu com vocês?
Usa todo o seu conhecimento em design, aplica mais teorias de comunicação por centímetro quadrado do que tinha no seu TCC todo, sua memória traz automaticamente os resultados de pesquisas que você nem sabia que tinha lido (algumas vezes não lemos mesmo, acabamos imaginando tudo!)mas que para esse material fazem todo o sentido.
O café esfria na mesa tal é sua concentração na criação, mesmo que seja algo prosaico como uma faixa ou um folheto 1x0, você termina em menos de um terço do tempo normal de desenvolvimento, olha para ele na tela e diz: "Pô, esse ficou bom!".
Bom, isso me acontece com menos freqüência (não concordo com a deforma ortográfica! :D) do que gostaria, mas é sempre bom quando isso acontece porque o trabalho flui, quando estou num processo assim é comum eu pensar em duas ou três opções diferentes ao mesmo tempo.
E neste caso, das 5 que fiz, escolhi uma que considerei a melhor. O job era uma faixa para apresentar aos clientes dos Postos Viabrasil, o teste de qualidade do combustível.
Escolhi esta aqui:

Mas aí vai para aprovação, discute a cor, discute a diagramação, muda isso, aquilo e...
Ficou assim:

Já aconteceu com vocês?
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18.2.09
Fantasma!!!
Eu participo da lista de discussões do Brainstorm9 (quem não conhece o site, vale a pena visitá-lo: www.brainstorm9.com.br) e recentemente rolou uma conversa sobre a validade dos anúncios fantasma.
E embora pareça muito simples para quem já é da área, isso pode ser um bicho de sete cabeças para quem está começando ou pensa em entrar nesse mercado.
Então resolvi postar este pequeno texto, baseado numa resposta que enviei no meio da discussão (no bom sentido, claro. Lá dificilmente tem quebra-pau,hehehe). Espero que seja útil para quem está no começo da estrada.
Nesse meio escutamos muita coisa, eu mesmo achava que só poderia colocar na minha pasta trabalhos qeu tivessem sido finalizados, aprovados pelo cliente e veiculados. Logo eu tinha uma pasta cheia de trabalhos até bem feitos tecnicamente falando, mas fora uma ou outra exceção, muito pobres em criatividade.
Então tive a sorte de trabalhar com um cara, que se tornou um grande amigo e que hoje é diretor de arte da Lew,Lara, que pediu para ver a minha pasta. Ele sempre andava com a dele e no final do expediente ele viu todos os meus trabalhos.
Então me mostrou a pasta dele. Era fantástica, tive que tomar o maior cuidado para não babar em cima dos layouts. Uma idéia melhor que a outra, muito bem montados, layout elegante, bem diagramado...
"Cara, onde saíram estes anúncios?", perguntei. Ele riu e disse: "Em lugar nenhum, tá louco? Acha que eu estaria trabalhando aqui (era uma agência pequena) se tivesse veiculado tudo isso?".
Então ele me explicou que fazer anúncios fantasma é uma prática muito comum, não só dos candidatos a diretores de arte como dos que já tem mais tempo de estrada. Isso acontece quando a idéia é boa, o cliente não aprova por algum motivo ou então a idéia é ótima, mas nãto tem cliente na agência dele que possa usar a idéia.
Até então eu achava que anúncios fantasma não tinham o menor valor, já que eram feitos sob condições perfeitas de criativade e pressão, sendo o restante totalmente desprezível. Para mim, o que valia era aquilo feito na correria do dia, passando intacto pelo atendimento, chegando ao cliente e retornando "o menos deformado possível".
Daí eu vi que não era bem assim. Minha pasta não chegava aos pés da pasta do meu amigo. E comecei a fazer anúncios fantasma também. Montei uma outra pasta somente com trabalhos realizados, o que foi muito bom já que com essa premissa, os diretores de arte já davam um desconto na hora de avaliar, porqu esabem que ali teve dedo de chefe com mau humor, atendimento que comeu "Criativitos" no café da manhã e principalmente, do cliente.
Na lista de discussão rolou uma história sobre algo que supostamente o Olivetto disse em uma palestra ou algo do gênero. Que devemos tomar cuidado com os fantasmas porque os diretores de arte chegam até a se recusar a ver uma pasta cheia deles. Tem que no mínimo ter sido inscrito em algum concurso.
Não sei se ele disse mesmo isso, mas o fato é que uma afirmação dessas é no mínimo infundada. Se tomarmos como verdade que isto é uma afirmação do Olivetto, ele pode até ter essa postura (e quem sabe orientar o pessoal da sua agência assim), mas via de regra todos os diretores de arte de diversas agências por onde passei com o meu pequeno "Receptáculo" em baixo do braço, me atenderam muito bem.
E todos fizeram críticas muito construtivas que até hoje me ajudam muito quando estou criando qualquer coisa.
Valem algumas dicas para se fazer um anuúncio fantasma. Já que você não tem o cliente, nem verba, nem nada para podar sua criatividade, utilize o formato de página dupla. Você terá mais espaço para diagramar os elementos do anúncio e mostrar melhor sua idéia.
Falando em idéia, não basta que ela seja genial, você ainda precisa transportá-la para o papel. Se a sua idéia for muito complexa, pode ser que não consiga executá-la muito bem e aí pode acabar destruindo tudo. Se é muito difícil é porque ainda não está no momento de você produzir algo assim (falta experiência) ou então é impossível.
Faça uso dos recursos disponíveis, câmera digital, tablet, internet, scanner, etc. Hoje é muito mais fácil fazer uma boa produção. Eu não passei pela época do past-up, mas era bem mais complicado. Basta dizer que para eu produzir uma foto para um fantasma, eu tinha que bater várias fotos, mandar revelar e ampliar (torcer para que ao menos uma fosse aproveitável)e então escanear em algum lugar, já que o scanner era caro pra burro.
Escolha sempre produtos que sejam fáceis de conseguir e com os quais você esteja familiarizado (pelo menos no início, vai facilitar bastante). Por exemplo, você teve uma idéia genial para o lançamento do novo Audi. Maravilha. E onde você vai conseguir a imagem do carro, na posição que você precisa, com a qualidade mínima necessária? Já um tubo de pasta de dente, creme para o rosto ou sorvete é bem fácil.
Monte uma pasta com uns 10 anúncios e ligue para as agências dizendo que você é aspirante a diretor de arte (seja gentil com as atendentes, normalmente elas são as recepcionistas e além disso costumam ser muito bonitas)e que quer mostrar sua pasta. Pergunte se algúem poderia atendê-lo. Elas estão acostumadas a isso e os diretores de arte também.
Eu mesmo avaliaria uma pasta com o maior prazer. É uma retribuição ao apoio que recebi dos outros diretores de arte.
E boa sorte!
E embora pareça muito simples para quem já é da área, isso pode ser um bicho de sete cabeças para quem está começando ou pensa em entrar nesse mercado.
Então resolvi postar este pequeno texto, baseado numa resposta que enviei no meio da discussão (no bom sentido, claro. Lá dificilmente tem quebra-pau,hehehe). Espero que seja útil para quem está no começo da estrada.
Nesse meio escutamos muita coisa, eu mesmo achava que só poderia colocar na minha pasta trabalhos qeu tivessem sido finalizados, aprovados pelo cliente e veiculados. Logo eu tinha uma pasta cheia de trabalhos até bem feitos tecnicamente falando, mas fora uma ou outra exceção, muito pobres em criatividade.
Então tive a sorte de trabalhar com um cara, que se tornou um grande amigo e que hoje é diretor de arte da Lew,Lara, que pediu para ver a minha pasta. Ele sempre andava com a dele e no final do expediente ele viu todos os meus trabalhos.
Então me mostrou a pasta dele. Era fantástica, tive que tomar o maior cuidado para não babar em cima dos layouts. Uma idéia melhor que a outra, muito bem montados, layout elegante, bem diagramado...
"Cara, onde saíram estes anúncios?", perguntei. Ele riu e disse: "Em lugar nenhum, tá louco? Acha que eu estaria trabalhando aqui (era uma agência pequena) se tivesse veiculado tudo isso?".
Então ele me explicou que fazer anúncios fantasma é uma prática muito comum, não só dos candidatos a diretores de arte como dos que já tem mais tempo de estrada. Isso acontece quando a idéia é boa, o cliente não aprova por algum motivo ou então a idéia é ótima, mas nãto tem cliente na agência dele que possa usar a idéia.
Até então eu achava que anúncios fantasma não tinham o menor valor, já que eram feitos sob condições perfeitas de criativade e pressão, sendo o restante totalmente desprezível. Para mim, o que valia era aquilo feito na correria do dia, passando intacto pelo atendimento, chegando ao cliente e retornando "o menos deformado possível".
Daí eu vi que não era bem assim. Minha pasta não chegava aos pés da pasta do meu amigo. E comecei a fazer anúncios fantasma também. Montei uma outra pasta somente com trabalhos realizados, o que foi muito bom já que com essa premissa, os diretores de arte já davam um desconto na hora de avaliar, porqu esabem que ali teve dedo de chefe com mau humor, atendimento que comeu "Criativitos" no café da manhã e principalmente, do cliente.
Na lista de discussão rolou uma história sobre algo que supostamente o Olivetto disse em uma palestra ou algo do gênero. Que devemos tomar cuidado com os fantasmas porque os diretores de arte chegam até a se recusar a ver uma pasta cheia deles. Tem que no mínimo ter sido inscrito em algum concurso.
Não sei se ele disse mesmo isso, mas o fato é que uma afirmação dessas é no mínimo infundada. Se tomarmos como verdade que isto é uma afirmação do Olivetto, ele pode até ter essa postura (e quem sabe orientar o pessoal da sua agência assim), mas via de regra todos os diretores de arte de diversas agências por onde passei com o meu pequeno "Receptáculo" em baixo do braço, me atenderam muito bem.
E todos fizeram críticas muito construtivas que até hoje me ajudam muito quando estou criando qualquer coisa.
Valem algumas dicas para se fazer um anuúncio fantasma. Já que você não tem o cliente, nem verba, nem nada para podar sua criatividade, utilize o formato de página dupla. Você terá mais espaço para diagramar os elementos do anúncio e mostrar melhor sua idéia.
Falando em idéia, não basta que ela seja genial, você ainda precisa transportá-la para o papel. Se a sua idéia for muito complexa, pode ser que não consiga executá-la muito bem e aí pode acabar destruindo tudo. Se é muito difícil é porque ainda não está no momento de você produzir algo assim (falta experiência) ou então é impossível.
Faça uso dos recursos disponíveis, câmera digital, tablet, internet, scanner, etc. Hoje é muito mais fácil fazer uma boa produção. Eu não passei pela época do past-up, mas era bem mais complicado. Basta dizer que para eu produzir uma foto para um fantasma, eu tinha que bater várias fotos, mandar revelar e ampliar (torcer para que ao menos uma fosse aproveitável)e então escanear em algum lugar, já que o scanner era caro pra burro.
Escolha sempre produtos que sejam fáceis de conseguir e com os quais você esteja familiarizado (pelo menos no início, vai facilitar bastante). Por exemplo, você teve uma idéia genial para o lançamento do novo Audi. Maravilha. E onde você vai conseguir a imagem do carro, na posição que você precisa, com a qualidade mínima necessária? Já um tubo de pasta de dente, creme para o rosto ou sorvete é bem fácil.
Monte uma pasta com uns 10 anúncios e ligue para as agências dizendo que você é aspirante a diretor de arte (seja gentil com as atendentes, normalmente elas são as recepcionistas e além disso costumam ser muito bonitas)e que quer mostrar sua pasta. Pergunte se algúem poderia atendê-lo. Elas estão acostumadas a isso e os diretores de arte também.
Eu mesmo avaliaria uma pasta com o maior prazer. É uma retribuição ao apoio que recebi dos outros diretores de arte.
E boa sorte!
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Crônicas
26.1.09
Crise no País do Molusco
Essa crise tem assustado o mundo todo, que tem se preparado ou ao menos planejado o que fazer para evitá-la ou mesmo sobreviver a ela.
Muitos estão falando da crise no Brasil e o que estamos fazendo para superá-la. Mas eu tenho a impressão de que o Brasil ainda não teve impactos diretos dessa crise.
"Como não? E os bancos negando crédito e passando dificuldades? E as empresas demitindo a granel?". Sim eu sei de tudo isso. Mas ainda assim o que vejo é que o Brasil tem sofrido apenas reflexos dessa crise.
Digo reflexos porque, em sua maioria, as empresas que estão passando por dificuldades são aquelas que tem matrizes fora daqui. São aquelas que estão presentes em vários outros países, os quais infelizmente já estão sendo duramente afetados pela crise.
Não são poucos os que dizem que se as filiais brasileiras fossem as matrizes e não houvesse nenhuma outra filial espalhada por aí, estas estariam muito bem. É o caso da Avon, que uma amiga recentemente comentou. A filial brasileira está muito bem, mas o restante da empresa vai mal, logo a filial daqui também sofre as mesmas medidas adotadas mundialmente.
Bom, se é assim, então o problema realmente está lá fora. Ainda. Estamos sofrendo apenas um reflexo dessa crise.
Eu, que não sou economista, nem analista político, sou apenas um assalariado comum, acho que se não derem um jeito nos próximos 3 ou 4 meses, aí sim, vamos começar a ser impactados por essa crise diretamente.
Eu não tenho a menor base para calcular esse tempo, é chutômetro mesmo, mas se continuarmos assim, os países que negociam conosco, começarão a procurar por produtos mais baratos, com melhor prazo de pagamento, mesmo que isso signifique perder em qualidade (não que tenhamos os melhores produtos a preços exorbitantes, mas sempre há opções).
Como não tenho encontrado ninguém que partilhe dessa visão, posso apenas estar sendo muito pessimista, ou "viajando muito na maionese".
Quem sabe?
Muitos estão falando da crise no Brasil e o que estamos fazendo para superá-la. Mas eu tenho a impressão de que o Brasil ainda não teve impactos diretos dessa crise.
"Como não? E os bancos negando crédito e passando dificuldades? E as empresas demitindo a granel?". Sim eu sei de tudo isso. Mas ainda assim o que vejo é que o Brasil tem sofrido apenas reflexos dessa crise.
Digo reflexos porque, em sua maioria, as empresas que estão passando por dificuldades são aquelas que tem matrizes fora daqui. São aquelas que estão presentes em vários outros países, os quais infelizmente já estão sendo duramente afetados pela crise.
Não são poucos os que dizem que se as filiais brasileiras fossem as matrizes e não houvesse nenhuma outra filial espalhada por aí, estas estariam muito bem. É o caso da Avon, que uma amiga recentemente comentou. A filial brasileira está muito bem, mas o restante da empresa vai mal, logo a filial daqui também sofre as mesmas medidas adotadas mundialmente.
Bom, se é assim, então o problema realmente está lá fora. Ainda. Estamos sofrendo apenas um reflexo dessa crise.
Eu, que não sou economista, nem analista político, sou apenas um assalariado comum, acho que se não derem um jeito nos próximos 3 ou 4 meses, aí sim, vamos começar a ser impactados por essa crise diretamente.
Eu não tenho a menor base para calcular esse tempo, é chutômetro mesmo, mas se continuarmos assim, os países que negociam conosco, começarão a procurar por produtos mais baratos, com melhor prazo de pagamento, mesmo que isso signifique perder em qualidade (não que tenhamos os melhores produtos a preços exorbitantes, mas sempre há opções).
Como não tenho encontrado ninguém que partilhe dessa visão, posso apenas estar sendo muito pessimista, ou "viajando muito na maionese".
Quem sabe?
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Crônicas
21.1.09
Quem sofre com mau hálito?
Eu fiz esta peça num intervalo, enquanto aguardava a aprovação de um material que desenvolvemos.
Tive a idéia e achei algums imagens que consegui montar para construir esse cenário.
Eu achava que a idéia era muito boa e nem tinha colocado texto algum, somente a imagem das escovas e o packshot do listerine no cantinho. Depois que terminei, já não achei tão boa assim e resolvi acrescentar um pequeno texto.
Aí comecei a achar que ficou bem esquisita. Me digam, o que acham?
Tive a idéia e achei algums imagens que consegui montar para construir esse cenário.
Eu achava que a idéia era muito boa e nem tinha colocado texto algum, somente a imagem das escovas e o packshot do listerine no cantinho. Depois que terminei, já não achei tão boa assim e resolvi acrescentar um pequeno texto.
Aí comecei a achar que ficou bem esquisita. Me digam, o que acham?
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2D Participações
Este é um logotipo que criei para um novo grupo que foi formado no final de 2008. Eles queriam que fosse algo moderno e elegante, mas que fosse ao mesmo tempo discreto.
Então criei este logo que pode ser impresso em um tom de cinza (no caso de publicações), ou em pantone prata (no caso da papelaria e materiais informativos.
Então criei este logo que pode ser impresso em um tom de cinza (no caso de publicações), ou em pantone prata (no caso da papelaria e materiais informativos.
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logos
5.12.08

Um tempo atrás, a ANP e alguns veículos de comunicação, fizeram várias blitzes em São Paulo buscando postos que adulteravam combustível.
Para demonstrar que a Viabrasil tem o controle absoluto da qualidade dos combustíveis que vende, fizemos uma ação colocando na pista o kit (que obrigatoriamente, todos os postos devem ter e que, se você quiser, devem fazer o teste a qualquer hora) de teste de proveta.
Eu não tinha como veicular essa ação em mídia alguma, então fiz este banner para fixar nos postos e os nossos frentistas ofereciam o teste a todos os clientes.
O primeiro layout apresentado foi este logo acima, com as mudanças que a direção quis fazer, ficou assim:

Foi uma ação de muito sucesso, pois após alguns dias, os clientes habituais do posto já diziam que sabiam da nossa qualidade e ganhamos muitos outros que acabaram retornando ao posto dada a nossa comprovada qualidade.
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22.9.08
Quanto custa?
Muita gente acha que marketing só é feito às custas de muito dinheiro, ou ainda confundem propaganda com marketing.
Na verdade, o marketing é um conjuto de ferramentas de gestão empresarial e a propaganda é uma delas. Então, não está tão errado assim.
Mas na maioria das vezes, não é preciso investir rios de dinheiro para se obter bons resultados. Tudo depende de uma boa análise incial do produto, serviço ou mesmo de uma empresa. Então temos que avaliar qual é o resultado que esperamos e então definir qual será a estratégia para atingir esse objetivo.
Sem gastar absolutamente nada, acredito que seja impossível, já que ao menos o salário de um funcionário terá que ser pago. Mas é possível evitar mais custos, trabalhando a empresa de dentro para fora.
Vejamos um exemplo fictício: Uma empresa tem uma boa gama de produtos, vende bem, mas não tem lucro.
Qual seria a razão? Dentre as muitas que podem ser detectadas, vamos supor que, neste caso hipotético, seja um péssimo uso da verba. Tudo dentro da empresa deve ser analisado, do instante em que a primeira porta é aberta até o momento em que a última é fechada.
Então, após algum tempo de análise, chegamos à conclusão que a empresa tem vários erros relacionados ao emprego da verba, de uma forma geral. Vamos definir que a verba é todo o dinheiro disponível para manter a empresa, pagando suas contas (água, luz, eletricidade, funcionários,etc) realizando a compra de produtos ou matéria prima e ainda para a divulgação.
A empresa compra mais do que consegue vender em um mês, logo tem sobra de diversos materiais que, apesar de não perecíveis, tem um tempo de vida. Se foi comprado um lote de produtos relacionados a um filme ou desenho animado da moda, pode ser que a moda passe e o estoque fique encalhado.
A primeira medida então é listar os produtos que sejam vitais para a empresa funcionar. Calcular quanto estoque será necessário e marcar os períodos de sazonalidade, caso tenham.
Logo a seguir, listar tudo que há no estoque e então cruzar os dados para avaliar quando será necessário fazer uma nova compra. Depois, deve-se avaliar a quanto está sendo vendido cada produto e se este valor realmente cobre o custo dele e ainda gera lucro para a empresa.
Uma vez que as compras já foram analisadas e uma possível solução, definida, então é hora de avaliar os custos fixos da empresa. É possível gastar menos água, luz, telefone?
Que outros custos temos dentro da empresa e que podemos reduzir sem perder desempenho ou qualidade? Papel de impressão? Tinta para impressora? Existem diversas opções atualmente que suprem as necessidades básicas de um escritório (em termos de tinta, se for para uso profissional, talvez os produtos originais ainda sejam melhor opção) e os papéis podem virar blocos de rascunho.
Nenhuma dessas idéias é nova, mas com receio de que possam parecer mesquinharia, muitos não adotam essas medidas, gerando custos desnecessários.
Algumas vezes não é necessário aumentar o faturamento da empresa, mas apenas parar de perder dinheiro.
Na verdade, o marketing é um conjuto de ferramentas de gestão empresarial e a propaganda é uma delas. Então, não está tão errado assim.
Mas na maioria das vezes, não é preciso investir rios de dinheiro para se obter bons resultados. Tudo depende de uma boa análise incial do produto, serviço ou mesmo de uma empresa. Então temos que avaliar qual é o resultado que esperamos e então definir qual será a estratégia para atingir esse objetivo.
Sem gastar absolutamente nada, acredito que seja impossível, já que ao menos o salário de um funcionário terá que ser pago. Mas é possível evitar mais custos, trabalhando a empresa de dentro para fora.
Vejamos um exemplo fictício: Uma empresa tem uma boa gama de produtos, vende bem, mas não tem lucro.
Qual seria a razão? Dentre as muitas que podem ser detectadas, vamos supor que, neste caso hipotético, seja um péssimo uso da verba. Tudo dentro da empresa deve ser analisado, do instante em que a primeira porta é aberta até o momento em que a última é fechada.
Então, após algum tempo de análise, chegamos à conclusão que a empresa tem vários erros relacionados ao emprego da verba, de uma forma geral. Vamos definir que a verba é todo o dinheiro disponível para manter a empresa, pagando suas contas (água, luz, eletricidade, funcionários,etc) realizando a compra de produtos ou matéria prima e ainda para a divulgação.
A empresa compra mais do que consegue vender em um mês, logo tem sobra de diversos materiais que, apesar de não perecíveis, tem um tempo de vida. Se foi comprado um lote de produtos relacionados a um filme ou desenho animado da moda, pode ser que a moda passe e o estoque fique encalhado.
A primeira medida então é listar os produtos que sejam vitais para a empresa funcionar. Calcular quanto estoque será necessário e marcar os períodos de sazonalidade, caso tenham.
Logo a seguir, listar tudo que há no estoque e então cruzar os dados para avaliar quando será necessário fazer uma nova compra. Depois, deve-se avaliar a quanto está sendo vendido cada produto e se este valor realmente cobre o custo dele e ainda gera lucro para a empresa.
Uma vez que as compras já foram analisadas e uma possível solução, definida, então é hora de avaliar os custos fixos da empresa. É possível gastar menos água, luz, telefone?
Que outros custos temos dentro da empresa e que podemos reduzir sem perder desempenho ou qualidade? Papel de impressão? Tinta para impressora? Existem diversas opções atualmente que suprem as necessidades básicas de um escritório (em termos de tinta, se for para uso profissional, talvez os produtos originais ainda sejam melhor opção) e os papéis podem virar blocos de rascunho.
Nenhuma dessas idéias é nova, mas com receio de que possam parecer mesquinharia, muitos não adotam essas medidas, gerando custos desnecessários.
Algumas vezes não é necessário aumentar o faturamento da empresa, mas apenas parar de perder dinheiro.
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25.6.08
Welcome baloon racers!
Hi everybody, this is my blog, make yourself at home. Mark this page in your favorite list and came back later to post a comment about the race!
Good luck to all, now let´s go! The race is on!
[]´s
Ricardo Araki
Good luck to all, now let´s go! The race is on!
[]´s
Ricardo Araki
8.11.07
Desenhando no Illustrator
Sempre preferi desenhar no papel. Qualquer coisa, mesmo que depois eu finalize no computador, é primeiro rascunhada no papel. Depois do rough pronto eu escolho a melhro forma de finalizar o desenho.
Para o Viabirá eu sempre escaneio o desenho e cubro com traços no illustrator. Mas mesmo usando uma tablet Wacom, sempre achei o traço muito irregular. Na tablet não dá para desenhar exatamente como no papel. O traço sai muito irregular porque a superfície da tablet é mais lisa do que o papel e a tablet não perdoa nem uma tremidinha da mão.
Assim eu faço o traço no Illustrator para definir a diferença de espessura (para ficar mais próximo de uma arte-final com nanquim e bico de pena) e depois edito os nós do traço. Mas isso leva uma eternidade, embora o resultado fique muito bom.
Eu eu nunca consegui um resultado melhor de outra forma. Foi aí que eu encontrei o Brian Denhan. Ou melhor, seu blog (www.illcraft.com), onde ele demonstra com vários detalhes como ele usa o Illustrator para desenhar histórias em quadrinhos. O resultado é fantástico. mandei um e-mail a ele e depois de ver todo o material que ele disponibilizou resolvi tentar desenhar tudo no Illustrator.
Assim saiu esse Godoy, que é o meu tigre-dentes-de-sabre, parodiando o À Prova de Tudo. Eu usei o Photoshop para colorir.
Para o Viabirá eu sempre escaneio o desenho e cubro com traços no illustrator. Mas mesmo usando uma tablet Wacom, sempre achei o traço muito irregular. Na tablet não dá para desenhar exatamente como no papel. O traço sai muito irregular porque a superfície da tablet é mais lisa do que o papel e a tablet não perdoa nem uma tremidinha da mão.
Assim eu faço o traço no Illustrator para definir a diferença de espessura (para ficar mais próximo de uma arte-final com nanquim e bico de pena) e depois edito os nós do traço. Mas isso leva uma eternidade, embora o resultado fique muito bom.
Eu eu nunca consegui um resultado melhor de outra forma. Foi aí que eu encontrei o Brian Denhan. Ou melhor, seu blog (www.illcraft.com), onde ele demonstra com vários detalhes como ele usa o Illustrator para desenhar histórias em quadrinhos. O resultado é fantástico. mandei um e-mail a ele e depois de ver todo o material que ele disponibilizou resolvi tentar desenhar tudo no Illustrator.
Assim saiu esse Godoy, que é o meu tigre-dentes-de-sabre, parodiando o À Prova de Tudo. Eu usei o Photoshop para colorir.
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22.10.07
Um logo diz mais do que mil palavras

Os logos são muito mais importantes do que simples desenhos que aparecem num canto do cartão de visitas. Cansei de escutar "é coisa simples" ou "só um texto com uma fonte legal e tá certo".
Logo tem que ser mais do que isso, ele sozinho tem que representar uma empresa ou evento, ou o que quer que seja. Assim, sempre que tenho oportunidade crio logotipos, sempre levando em consideração todos esses fatores. Até mesmo quando trata-se de uma brincadeira, como é o caso deste logo. O sobrenome do meu amigo é Trombini e ele sempre reclama do preço das coisas.
E até achamos que ele tem razão, embora normalmente exagere um pouco nas suas reações. Daí criamos um movimento que visa, antes de mais nada, poupar. Surgia o Trombinismo.
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25.7.07
Animação
Acho que todo desenhista tem ou teve vontade de fazer desenho animado. Meu caso não é diferente. Como eu não desenho tão bem assim, nunca me aventurei a fazer animação. Se fazer um desenho só já é difícil, imagine então fazer 20 para um segundo de movimento!
Mas mesmo assim te dias que nós acordamos inspirados e fui atrás de alguma informação a respeito. O resultado por enquanto é este aqui:

Não consegui fazer a animação rodar aqui no post, mas basta clicar na imagem para vê-la.
Mas mesmo assim te dias que nós acordamos inspirados e fui atrás de alguma informação a respeito. O resultado por enquanto é este aqui:

Não consegui fazer a animação rodar aqui no post, mas basta clicar na imagem para vê-la.
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2.7.07
Ilustrações
Muitas empresas tem mascotes. Eles servem a uma infinidade de aplicações e a mais comum é vê-los em histórias em quadrinhos ou ilustrando algum tipo de manual.
Na Viabrasil não é diferente e lá temos um indiozinho que foi chamado de Viabirá (nome escolhido em um concurso interno).
Eu sempre precisava encontrar uma forma de encaixar a cabeça do desenho original de forma que parecesse natural e ao mesmo tempo atendesse a minha necessidade.
Daí o resultado foi esse:


Mas hoje eu já faço o Viabirá da forma como eu achar melhor. O resultado, em minha opinião, é muito melhor:
Na Viabrasil não é diferente e lá temos um indiozinho que foi chamado de Viabirá (nome escolhido em um concurso interno).
Eu sempre precisava encontrar uma forma de encaixar a cabeça do desenho original de forma que parecesse natural e ao mesmo tempo atendesse a minha necessidade.
Daí o resultado foi esse:


Mas hoje eu já faço o Viabirá da forma como eu achar melhor. O resultado, em minha opinião, é muito melhor:
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14.2.07
Reciclar sempre
Uma das empresas do grupo é a Midas Elastômeros. Atualmente é a única empresa na américa latina que recicla 100% dos pneus inservíveis que chegam lá. E transformam em vários outros produtos (com exceção de pneus, podem virar qualquer coisa), como o master de borracha que é usado na confecção de solas de sapatos, aquelas pecinhas que ficam nos pés das mesas e cadeiras, etc.
Eles me pediram para reimprimir uma série de folhetos tamanho A5 para distribuir em uma feira. Como não eram criação minha, tive que buscar nos backups. Achei todos com exceção de um, que encontrei apenas a imagem utilizada. Então refiz o folheto.
Eles me pediram para reimprimir uma série de folhetos tamanho A5 para distribuir em uma feira. Como não eram criação minha, tive que buscar nos backups. Achei todos com exceção de um, que encontrei apenas a imagem utilizada. Então refiz o folheto.
8.2.07
Ao pó voltarás...
Este anúncio deu mais trabalho para fazer. Eu usei cinzas para fazer o contorno do pernilongo, fiz a foto e depois ajustei no photoshop. Talvez hoje eu tivesse tentado algo no 3D Max, mas na época ainda não tinha conhecimento suficiente para tanto.
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6.2.07
Pasta
Este é mais um anúncio que fiz, mas este está na minha pasta. Canetas bico de penas são uma das minhas paixões.
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5.2.07
Tem coisas que não sei porque fiz. Mas já que fiz...
Quando estamos criando nossa pasta sempre surge aquela idéia que achamos maravilhosa. Fazemos de tudo para que fique do jeito que imaginamos e no final o resultado não foi o esperado.
É o caso deste anúncio que fiz alguns anos atrás. Antes de explicá-lo, gostaria de saber o que vocês entendem dele e o que acharam.
É o caso deste anúncio que fiz alguns anos atrás. Antes de explicá-lo, gostaria de saber o que vocês entendem dele e o que acharam.
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3.2.07
Primeiro Post
E vamos iniciar os posts. Vou começar com um logotipo que criei faz algum tempo para um amigo.
Ele tem um projeto de criar um carrinho de rolimã que seja superior a qualquer já contruído. Ele tinha uma idéia de um logo para a sua equipe e depois de uma conversa disse a ele que se a idéia era contruir algo tão fenomenal assim, o logo tinha que ser bem feito. Assim, fiz este aqui:

A referência a Uganda é por causa das cores que este meu amigo escolheu para o logo.
Ele tem um projeto de criar um carrinho de rolimã que seja superior a qualquer já contruído. Ele tinha uma idéia de um logo para a sua equipe e depois de uma conversa disse a ele que se a idéia era contruir algo tão fenomenal assim, o logo tinha que ser bem feito. Assim, fiz este aqui:

A referência a Uganda é por causa das cores que este meu amigo escolheu para o logo.
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14.1.07
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